Ásia

Maldivas

Bangalô sobre a água com telhado de palha e piscina privativa em lagoa de águas turquesa cristalinas nas Maldivas.
Econômica 70–95k (por trecho, via Doha)
Executiva 70–140k (por trecho, via Doha)

Minha leitura da rota

Maldivas tem uma observação só no banco, antiga e pela Smiles, e eu não a usaria como referência: a rota real passa por um hub, Dubai com a Emirates, Doha com a Qatar ou Istambul com a Turkish, e o trecho caro é sempre o Brasil–hub. Minha leitura: emita a executiva até o hub pelo programa em que você tem saldo e compare o hub–Malé em milhas com a tarifa paga, que às vezes é barata o bastante para liberar pontos. A pegadinha é o aviso do Golfo: confira a situação de segurança dos hubs antes de fechar a rota.

Preços observados em milhas

Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →

Executiva 463.400 milhas dado pontual visto abr/24 Smiles · por trecho · de Rio
faixa observada 463.400–463.400 · 1 oferta

Veja todas as rotas no explorador de passagens e calcule se vale a pena na calculadora de milhas.

A primeira coisa que explico para quem me pergunta sobre as Maldivas é que a viagem começa numa conexão. Não existe voo direto do Brasil, então o caminho que eu monto passa por um hub: Dubai com a Emirates, Doha com a Qatar ou Istambul com a Turkish, e de lá um trecho de algumas horas até Malé (MLE). Em milhas, o trecho caro é sempre o pulo Brasil–hub; o pedaço hub–Malé às vezes entra na mesma emissão, às vezes sai melhor comprar à parte. Como brasileiro, vale saber que cada hub tem um caminho, e um custo, diferente em milhas, e nem todos são tão fáceis quanto parecem. Montei o quadro abaixo com as rotas reais por hub: o que dá para resgatar em cada uma, a faixa aproximada de milhas e a pegadinha de cada caminho.

A segunda decisão é a que define a viagem inteira: resort de ilha privativa ou ilha local. No modelo de resort, você ocupa uma ilha só sua, normalmente com bangalôs sobre a água, e o transfer de Malé já faz parte do espetáculo, hidroavião, lancha rápida ou voo doméstico, dependendo da distância. É o cartão-postal das Maldivas, e também o caro: diárias e transfers somam rápido. No outro extremo estão as ilhas locais, como Maafushi, onde existem guesthouses a uma fração do preço, restaurantes simples e a vida real do arquipélago. A contrapartida é que ilha local é comunidade muçulmana: há regras de vestimenta fora das praias designadas (as ‘bikini beaches’) e, em geral, não se vende álcool. Eu costumo dizer que dá para fazer as duas coisas na mesma viagem, alguns dias de guesthouse para conhecer o país e fechar com um resort para o cenário dos sonhos.

Quando o assunto é o que fazer, as Maldivas são, antes de tudo, sobre a água. O grande atrativo é o snorkel e o mergulho: o Atol Ari Sul é conhecido por encontros com tubarões-baleia o ano todo e raias-manta, e quase todo resort e guesthouse organiza saídas de barco para nadar com esses gigantes, além de bancos de areia (sandbanks) que aparecem na maré baixa para um piquenique no meio do mar. Em Malé, a capital, vale uma passada rápida pelo mercado de peixe e pela área antiga para sentir o contraste com o silêncio dos atóis. Mas reforço a honestidade: ninguém vai às Maldivas pela cidade, vai pelo mar.

Sobre quando ir, a janela que eu recomendo é a estação seca, de novembro a abril, com céu mais limpo, mar mais calmo e a melhor visibilidade debaixo d’água. De maio a outubro entra a estação de chuvas, com pancadas mais frequentes e mar mais agitado; em compensação, é quando as diárias caem e a procura diminui, então pode valer para quem aceita o risco de chuva em troca de preço. Como o clima de ilha é instável por natureza, trato isso como tendência, não garantia: já vi temporada seca com dias de chuva e baixa temporada com semanas de sol. Para mim, o segredo aqui é menos a data exata e mais reservar dias suficientes para absorver um ou outro dia ruim sem estragar a viagem.

Como chegar com milhas: as rotas por hub

Hub / CompanhiaComo resgatar (do Brasil)Custo aprox. por trecho*Atenção
Doha, Qatar AirwaysAvios (a Qatar Privilege Club costuma ser a mais barata; British e Iberia também emitem)econ ~50–70k · exec ~85–130k Avioso Avios cobra por trecho, então Brasil–Doha e Doha–Malé somam dois resgates; assento de executiva (Qsuite) some rápido
Istambul, TurkishTurkish Miles&Smiles (mais barato) ou Smiles (mais simples para o brasileiro, porém mais caro)econ a partir de ~65k · exec ~145k (Miles&Smiles)voo Turkish nas duas pernas; assento-prêmio apertado e a tabela mudou no fim de 2025
Dubai, EmiratesDifícil: nenhum programa brasileiro transfere para o Skywards; a Smiles emite Emirates, mas mais até Dubai do que até Maléexec pelo Skywards ~140k+ milhassobretaxa de combustível pesada (R$ 5 mil+ na executiva); só a Aeroplan zera, mas é difícil de acumular por aqui
Abu Dhabi, EtihadAzul pelo Mundo (parceria com a Etihad)trecho Abu Dhabi–Malé: ~28,5k econ / ~76k exec, taxas baixasa Etihad não voa direto do Brasil, você chega a Abu Dhabi por outra rota e usa a Etihad só no pulo final até Malé
*Faixas aproximadas (junho de 2026), por programa e data; milhas, taxas e disponibilidade mudam, confirme no programa antes de emitir.

Vale destacar o caminho de Abu Dhabi para quem mira a executiva: o pulo final Abu Dhabi → Malé pela Etihad sai por volta de 76 mil milhas Azul (econômica perto de 28,5 mil), com taxas baixas, um dos trechos mais baratos até o arquipélago. O porém é honesto: a Etihad não voa direto do Brasil, então você precisa chegar a Abu Dhabi por outra companhia e encaixar esse trecho. Funciona bem para quem já vai passar pelo Golfo ou monta a viagem em pedaços; não conte com uma emissão única Brasil–Malé só na Etihad.

Praias que recomendo

Bikini Beach de Maafushi

4,0MilhasBot
Praia urbanaMaafushi

A faixa onde turista pode usar maiô na ilha local de Maafushi; fora dela, espera-se roupa mais coberta por respeito à comunidade muçulmana, então entenda a regra antes de chegar.

Praia e lagoa do seu resort (overwater)

4,7MilhasBot
Águas calmasPé na areia

Areia branca fina e lagoa rasa e transparente que dá pra entrar direto do bangalô; escolha o resort pela 'house reef' (o recife junto à ilha), porque é ela que define a qualidade do snorkel.

O que recomendo fazer 4 escolhas

As atrações aparecem pela avaliação editorial. Use os filtros para ajustar a seleção ao seu roteiro.

Maior nota da seleção

Snorkel e mergulho com tubarões-baleia e raias-manta (Atol Ari Sul)

4,8MilhasBot
Passeio de barcoPasseio pagoAtol Ari SulAo ar livreMeio dia

A experiência que eu mais associo às Maldivas: nadar com tubarões-baleia o ano todo e raias-manta em certas épocas, sempre com guia, e sem garantia de avistamento.

Passeio de banco de areia (sandbank)

4,6MilhasBot
Passeio de barcoPasseio pagoAo ar livreMeio dia

Faixas de areia branca que surgem na maré baixa para nadar e fazer piquenique cercado de água azul; das cenas mais bonitas do arquipélago, mas sem nenhuma sombra.

Ilha local de Maafushi

4,4MilhasBot
Bairro pra caminharGrátisMaafushiAo ar livreDia inteiro

A ilha local mais conhecida das Maldivas e a porta de entrada para conhecer o país sem preço de resort; comunidade muçulmana com 'bikini beach' e regras de vestimenta.

Mercado de Peixe e centro antigo de Malé

3,9MilhasBot
Centro históricoGrátisMaléRápida (~30 min)

Uma passada rápida pelo lado urbano e muçulmano do país, Mercado de Peixe, mercado local e a mesquita de coral antiga; ninguém vai às Maldivas pela capital, mas ela dá contexto.

Hotéis em Maldivas: onde recomendo ficar

8 hotéis avaliados · atualizado em jun/2026

Soneva Fushi

9,6 /10

O ápice do luxo descalço numa ilha grande e arborizada do Atol Baa, com cinema ao ar livre e observatório; entre as diárias e transfers mais altos do arquipélago.

LocalizaçãoAtol Baa

Soneva Jani

9,6 /10

A foto clássica do overwater no padrão mais alto: bangalôs sobre a lagoa com escorregador para o mar e teto retrátil para dormir sob as estrelas, no Atol Noonu.

LocalizaçãoAtol Noonu

Waldorf Astoria Maldives Ithaafushi

9,4 /10

O topo da Hilton nas Maldivas com uma vantagem prática: perto de Malé, chega-se por lancha rápida e evita a logística e o custo do hidroavião.

LocalizaçãoAtol de Malé Sul

Joali Maldives

9,4 /10

Ilha privativa fora das grandes redes, com forte pegada de arte e design e vilas amplas com piscina no Atol Raa; exclusividade acima do programa de pontos, com tarifas elevadas.

LocalizaçãoAtol Raa

Conrad Maldives Rangali Island

9,2 /10

Onde eu mando quem acumula Hilton Honors: famoso pelo restaurante submerso Ithaa, em duas ilhas com vilas de praia e sobre a água; confirme o transfer à parte, que pesa.

LocalizaçãoAtol Ari Sul

The St. Regis Maldives Vommuli Resort

9,2 /10

Meu pick do lado Marriott Bonvoy para resgatar pontos: vilas de design assinado e o serviço de mordomo da St. Regis no Atol Dhaalu; transfer de hidroavião à parte.

LocalizaçãoAtol Dhaalu

Arena Beach Hotel (Maafushi)

8,4 /10

Uma das guesthouses maiores e mais estruturadas da ilha local de Maafushi, à beira-mar e a minutos da bikini beach; base econômica para passeios de snorkel e sandbank.

LocalizaçãoMaafushi

Kaani Hotels (Maafushi)

8,2 /10

Um dos grupos de guesthouse mais conhecidos de Maafushi, com várias unidades na ilha; alternativa econômica e bem avaliada com pacotes de passeio e praia perto.

LocalizaçãoMaafushi

Restaurantes em Maldivas: onde recomendo comer

Ithaa Undersea Restaurant (Conrad Maldives Rangali Island)

4,5MilhasBot
Alta gastronomia$$$$ LuxoAtol Ari SulRomântico

O salão de vidro submerso do Conrad, com vista de 180 graus para o recife, é a experiência mais icônica daqui, recomendo pelo cenário, não pela comida, que fica em segundo plano; reserve com antec…

Jantar privativo em banco de areia (vários resorts)

4,4MilhasBot
Contemporânea$$$$ LuxoBom no pôr do sol

O jantar montado só para o casal num banco de areia ao pôr do sol é a refeição mais memorável que recomendo para lua de mel, vale pelo isolamento e pelo cenário; confirme valor e disponibilidade d…

Comida local nas guesthouses de Maafushi

4,0MilhasBot
Regional$ EconômicoMaafushi

Nas ilhas locais como Maafushi, recomendo provar a cozinha maldívia do dia a dia, curries de peixe, atum fresco, roshi e mas huni, por uma fração do preço de resort; lembre que ilha local em gera…

Dicas das Maldivas

Como é o transfer de Malé até o resort (hidroavião, lancha ou voo doméstico)

Depois de pousar em Malé (MLE), você ainda precisa chegar à sua ilha, e isso varia muito conforme a distância e o resort. Resorts mais próximos costumam usar lancha rápida (cerca de 20 a 60 minutos), a opção mais simples e barata, que funciona até à noite. Resorts mais distantes usam hidroavião, que só voa durante o dia (em geral entre o começo da manhã e o fim da tarde) e oferece uma chegada espetacular, mas custa caro, costuma ser cobrado por pessoa, com ida e volta na casa de várias centenas de dólares. Há ainda resorts que combinam voo doméstico até um aeroporto de atol mais a lancha. Para ilhas locais como Maafushi, o transfer normal é lancha pública ou da guesthouse. A dica concreta: pergunte ao resort, ANTES de fechar, qual é o transfer e quanto custa por pessoa, é um item que pode somar tanto quanto algumas diárias e pega muita gente de surpresa. E se o transfer for hidroavião, evite voos que chegam a Malé à noite, porque o hidroavião não voa no escuro e você pode ter de dormir em Malé antes de seguir.

Preencha o IMUGA antes de embarcar

As Maldivas exigem um formulário online obrigatório, o IMUGA (Traveller Declaration), de todo viajante. Ele precisa ser preenchido dentro das 96 horas (cerca de 4 dias) anteriores ao voo de chegada, se você fizer antes disso, perde a validade e tem de refazer. É gratuito e feito no site oficial da imigração das Maldivas; desconfie de sites que cobram por isso. Costumo recomendar deixar para preencher na véspera, com os dados do voo e da hospedagem em mãos. As regras de entrada mudam de tempos em tempos, então confirme o procedimento atual perto da viagem.

Resort de ilha privativa ou ilha local: como decidir

Essa é a escolha que mais muda o orçamento e o estilo da viagem. Resort de ilha privativa é o cartão-postal: bangalô sobre a água, serviço completo, privacidade total, e diárias e transfers altos. Ilha local, como Maafushi, é guesthouse a uma fração do preço, com a vida real do arquipélago por perto e passeios vendidos avulsos. A contrapartida da ilha local é cultural: é comunidade muçulmana, com banho de sol só na 'bikini beach', vestimenta mais coberta no resto da ilha e, em geral, sem venda de álcool. Eu costumo sugerir, quando dá, combinar os dois: alguns dias de guesthouse para conhecer o país e fechar com um resort para o cenário. Quem só quer descanso e foto de overwater vai direto para o resort; quem viaja com orçamento mais apertado e curte cultura encontra muito valor na ilha local.

Melhor época: estação seca x estação de chuvas

A janela que eu recomendo é a estação seca, de novembro a abril, com céu mais limpo, mar mais calmo e melhor visibilidade para snorkel e mergulho, é também a alta temporada, com diárias mais caras. De maio a outubro entra a estação de chuvas, com pancadas mais frequentes e mar mais agitado; em troca, os preços caem bastante. Como é clima de ilha, trato isso como tendência, não garantia: pode chover na seca e fazer sol na baixa. A dica prática é reservar dias suficientes para absorver um ou outro dia ruim sem frustração, e, se for nadar com tubarão-baleia ou manta, conferir com o operador qual época do ano favorece o avistamento na região do seu resort.

Quanto custa de verdade (além da diária)

Nas Maldivas, a diária é só parte da conta. Some o transfer de Malé ao resort (que pode custar centenas de dólares por pessoa no hidroavião), as taxas, há imposto de serviço e uma taxa ambiental ('green tax') cobrada por noite, e o fato de que, numa ilha privativa, você só come e bebe no próprio resort, a preços de resort. Por isso muita gente fecha pacote de meia pensão ou pensão completa: pode sair melhor do que pagar cada refeição avulsa. Em ilha local, o custo total despenca, mas os passeios são à parte. Recomendo somar tudo isso antes de comparar opções, porque dois resorts com a mesma diária podem ter custo final bem diferente.

Perguntas frequentes sobre Maldivas

Como chegar às Maldivas saindo do Brasil?

Não há voo direto. O caminho que eu monto passa por um hub: Dubai com a Emirates, Doha com a Qatar ou Istambul com a Turkish, e de lá um trecho de algumas horas até Malé (MLE). Depois de pousar em Malé, ainda há o transfer interno até a sua ilha, por hidroavião, lancha rápida ou voo doméstico, conforme o resort. Escolha o hub pela companhia em que você tem milhas ou pela melhor tarifa.

Quanto custa ir às Maldivas em milhas?

O trecho caro é o pulo Brasil–hub. Como referência, costumo estimar algo entre 70k e 95k milhas por trecho na econômica e entre 70k e 140k na executiva, dependendo do programa e de haver promoção. A Emirates tem parceria com a Smiles (via Dubai), o que facilita para o brasileiro; Qatar com Avios (via Doha) e Turkish (via Istambul) são outras rotas clássicas para o Oceano Índico. O pedaço hub–Malé às vezes entra na mesma emissão e às vezes sai melhor à parte. Como pisos e disponibilidade mudam o tempo todo, confirme os valores no app do seu programa antes de fechar.

Resort de ilha privativa ou ilha local: qual escolher nas Maldivas?

Depende do orçamento e do estilo. Resort de ilha privativa entrega o cartão-postal, bangalô sobre a água, privacidade e serviço completo, com diárias e transfers altos. Ilha local, como Maafushi, é muito mais barata (guesthouse), com a vida real do arquipélago por perto, mas é comunidade muçulmana: banho de sol só na 'bikini beach', vestimenta mais coberta no resto da ilha e, em geral, sem álcool à venda. Quando dá, recomendo combinar os dois numa mesma viagem.

Qual a melhor época para ir às Maldivas?

A janela que eu indico é a estação seca, de novembro a abril, com céu mais limpo, mar mais calmo e melhor visibilidade para snorkel e mergulho, é também a alta temporada e a mais cara. De maio a outubro chove mais e o mar fica mais agitado, mas os preços caem. Como é clima de ilha, encare como tendência, não garantia, e reserve dias suficientes para absorver um eventual dia de chuva.

As Maldivas são bom destino para lua de mel?

São um dos destinos de lua de mel mais procurados do mundo, e por bons motivos: bangalôs sobre a água, privacidade quase total numa ilha só sua e cenário de água transparente. Muitos resorts têm experiências feitas para casais, como jantar privativo em banco de areia ao pôr do sol. O ponto de atenção é o custo: além da diária, pesam o transfer (hidroavião costuma ser caro) e o fato de comer e beber só no resort. Recomendo somar tudo antes de fechar e considerar pacote de meia pensão.

Brasileiro precisa de visto para as Maldivas?

Não de visto antecipado. Na chegada a Malé, a imigração concede um visto de turista gratuito de 30 dias, desde que você apresente passaporte válido (com pelo menos 6 meses de validade), comprovante de hospedagem e passagem de volta ou de continuação. Há ainda o formulário online obrigatório IMUGA (Traveller Declaration), gratuito, que precisa ser preenchido dentro das 96 horas anteriores ao voo, no site oficial da imigração. As regras de entrada mudam de tempos em tempos, então confirme os requisitos atuais perto da viagem.

Precisa de vacina para entrar nas Maldivas?

Não há vacina obrigatória para a entrada padrão. A única exigência é o certificado internacional de febre amarela para quem chega de (ou fez longa conexão em) um país onde a doença é endêmica, o que pode incluir parte do Brasil. Ou seja, se você vem de uma área de risco de febre amarela, costuma ser exigido o certificado; se vem de região sem risco, em geral não. Como as listas e regras mudam, confirme a situação do seu trajeto antes de viajar.

Como funciona o transfer do aeroporto de Malé até o resort?

Varia muito por resort. Os mais próximos usam lancha rápida (cerca de 20 a 60 minutos), que é mais barata e funciona até à noite. Os mais distantes usam hidroavião, que só voa durante o dia e custa caro, em geral cobrado por pessoa, com ida e volta na casa de várias centenas de dólares. Alguns combinam voo doméstico até um atol mais lancha. Para ilhas locais como Maafushi, o transfer normal é lancha. A recomendação é confirmar com o resort, antes de fechar, qual é o transfer e quanto custa por pessoa, e evitar chegar a Malé à noite se o transfer for de hidroavião.

Quais os restaurantes mais bem avaliados em Maldivas?

Entre os mais bem avaliados pelo MilhasBot em Maldivas estão Ithaa Undersea Restaurant (Conrad Maldives Rangali Island) (nota 4,5/5), Jantar privativo em banco de areia (vários resorts) (nota 4,4/5) e Comida local nas guesthouses de Maafushi (nota 4/5), todos com avaliação em primeira pessoa de Ricardo Wright.

Qual a faixa de preço dos restaurantes em Maldivas?

Entre os endereços avaliados em Maldivas, predomina a faixa $$$$ (Luxo). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.

Que tipos de cozinha tem em Maldivas?

As cozinhas mais presentes entre as avaliações de Maldivas são Alta gastronomia, Contemporânea e Regional.

Onde ficar em Maldivas?

Entre os hotéis que recomendo em Maldivas estão Soneva Fushi (nota 4,8/5), Soneva Jani (nota 4,8/5) e Waldorf Astoria Maldives Ithaafushi (nota 4,7/5). Veja a faixa de preço e o bairro de cada um nos cards do guia.

O que fazer em Maldivas?