Nyhavn
O canal do século 17 com casas coloridas e barcos antigos; recomendo no fim de tarde, quando a luz bate nas fachadas.
Europa
Melhor época para ir Maio a setembro, com pico de luz no verão (junho tem ~17h de claridade). Maio e setembro equilibram clima bom e menos gente; dezembro tem os mercados de Natal, mas escurece cedo.
Minha leitura da rota
Copenhague tem uma única observação no nosso banco, uma executiva pelo Flying Blue no voo da Air France com conexão em Paris, e por isso eu leio o painel como sinal, não como piso. A lógica da rota é a mesma de toda a Escandinávia: não há voo direto, então a briga é entre conectar em Paris ou Amsterdã pelo Flying Blue, em Lisboa pela TAP Miles&Go ou em Frankfurt pela Star Alliance. Minha leitura: emita até o hub onde o seu programa tem preço bom e compare o trecho final com uma tarifa paga da SAS; muitas vezes sai mais barato do que a conexão inteira em milhas.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, por origem, cabine e programa (o programa indica o caminho). Confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Executiva | 95.000 | Flying Bluever no explorador |
Dado pontual = visto 1 vez; Nx observado = piso recorrente; ≈ R$ = valor de referência das milhas. Referência, não garantia. Como verificamos · explorador · calculadora.
Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →
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Copenhague é o tipo de cidade que conquista pela maneira como tudo funciona. Recomendo a capital dinamarquesa para quem quer uma Europa elegante e sem pressa: ruas onde a bicicleta manda, casas coloridas refletidas na água de Nyhavn, palácios renascentistas e uma cena gastronômica que ajudou a reescrever a comida do norte da Europa. É compacta o suficiente para se fazer quase tudo a pé ou de metrô, e organizada a ponto de você sair do avião e estar no centro em pouco mais de 15 minutos.
Vou ser honesto sobre o ponto que mais pega o brasileiro: Copenhague é cara. Refeição, hospedagem, transporte e até o café custam acima da média europeia, e isso pesa no orçamento. A boa notícia é que dá para equilibrar bem usando os mercados de comida, atrações gratuitas (a Pequena Sereia, o mirante da torre de Christiansborg, os jardins reais) e o transporte público eficiente. Outro detalhe que confunde muita gente: aqui não se usa euro. A moeda é a coroa dinamarquesa (DKK), embora o cartão sem contato seja aceito em praticamente todo lugar, do food truck à bilheteria do metrô.
Monto este guia com o que recomendo de verdade para uma primeira visita: onde ficar, o que fazer, onde comer bem sem estourar o cartão, e os pontos de logística que evitam dor de cabeça. As datas de viagem e o melhor período também entram aqui, porque em Copenhague a estação muda completamente a experiência: o verão tem dias que parecem não terminar, e o inverno escurece cedo, mas compensa com a atmosfera de hygge e os mercados de Natal.
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O canal do século 17 com casas coloridas e barcos antigos; recomendo no fim de tarde, quando a luz bate nas fachadas.
Um dos parques de diversões mais antigos do mundo (1843), encantador à noite; abre por temporadas, então confira o calendário antes de ir.
A estátua de bronze de 1913 virou símbolo da cidade; é menor do que muita gente espera e costuma lotar, mas combina com uma caminhada por Langelinie.
Castelo renascentista do início do século 17 que abriga as joias da coroa dinamarquesa; recomendo combinar com os jardins reais ao lado, abertos e gratuitos.
Sede do Parlamento; o que mais recomendo é subir na torre mais alta da cidade (106 m), de acesso gratuito, mas espere fila, porque o mirante é pequeno.
Torre-observatório de 1642 com rampa em espiral em vez de escada e vista de 360° sobre os telhados do centro histórico.
Uma das maiores ruas de pedestres da Europa (1,1 km), de lojas populares a grifes de luxo; boa para passear mesmo sem comprar nada.
Comunidade autônoma de 1971 numa antiga base militar, com arte e cafés; respeite as regras locais (foto restrita em algumas áreas), a antiga Pusher Street foi desativada em 2024.
Bom custo numa cidade cara: quartos compactos com design de Kim Utzon e uma unidade a passos da Estação Central.
Mais de 60 bancas em dois pavilhões de vidro onde como bem gastando menos que num restaurante; fecha às segundas.
A instituição do smørrebrød desde 1877, só no almoço; reserve, porque vive cheio.
Do aeroporto de Kastrup, eu pego o metrô M2 direto na estação Lufthavnen, em frente ao Terminal 3: são ~13 minutos até Kongens Nytorv, no coração da cidade. O bilhete de 3 zonas custa 30 DKK (cerca de R$ 25) e os trens passam a cada 4–6 minutos, dia e noite.
Eu desembarco em Kastrup e vou direto ao metrô M2 (estação Lufthavnen, em frente ao Terminal 3). São ~13 minutos até Kongens Nytorv, bilhete de 3 zonas a 30 DKK (cerca de R$ 25), trens a cada 4–6 minutos. Compro nas máquinas da saída, que aceitam cartão. É a forma mais rápida e barata.
A Dinamarca não usa euro, a moeda é a coroa dinamarquesa (DKK). Na prática, eu quase não saco dinheiro: o cartão por aproximação é aceito em todo lugar, do food truck à bilheteria. Se for sacar, prefira caixas eletrônicos de bancos e recuse a 'conversão para reais' na maquininha (o câmbio embutido é ruim).
Não tem como fugir: a cidade é cara. Onde eu corto custos sem perder qualidade: como nos mercados (Torvehallerne) e em food trucks em vez de restaurantes a toda refeição; uso o transporte público em vez de táxi; e aproveito as atrações gratuitas (Pequena Sereia, torre de Christiansborg, jardins de Rosenborg). Hospedagem reservada com antecedência também faz diferença.
Copenhague é uma das capitais mais ciclísticas do mundo, com ciclovias por toda parte. Alugar uma bike é a forma mais gostosa (e local) de circular. Atenção dupla: como pedestre, nunca caminhe na faixa das bicicletas, elas vêm rápido e em silêncio. Se for pedalar, siga a sinalização e mantenha a mão direita.
Recomendo de maio a setembro, quando o clima é ameno e os dias são longuíssimos, em junho são cerca de 17 horas de luz. Maio e setembro têm bom tempo com menos gente. Dezembro escurece cedo e é frio, mas compensa com os mercados de Natal e a atmosfera aconchegante (hygge). Reserve cedo no verão, alta temporada.
Hoje o brasileiro entra na Dinamarca só com passaporte válido (Schengen, até 90 dias). A autorização eletrônica ETIAS está prevista para passar a ser exigida entre o fim de 2026 e 2027, quando entrar em vigor, será um cadastro online pago e simples, feito antes da viagem, não um visto. Antes de comprar a passagem, confirme se já está valendo.
Não. A Dinamarca faz parte do Espaço Schengen e brasileiros podem ficar até 90 dias (em cada período de 180 dias) sem visto para turismo. A autorização eletrônica ETIAS deve passar a ser exigida entre o fim de 2026 e 2027; até lá, basta passaporte válido. Quando entrar em vigor, será um cadastro online prévio, não um visto.
A moeda é a coroa dinamarquesa (DKK), não o euro. Alguns lugares turísticos aceitam euro, mas dão troco em coroa e com câmbio ruim. Na prática, você quase não precisa de dinheiro vivo: o cartão sem contato (Visa/Mastercard) é aceito em praticamente todo lugar, inclusive food trucks e bilheterias.
Sim, Copenhague está entre as capitais mais caras da Europa. Hospedagem, restaurantes e transporte pesam no orçamento. Dá para economizar comendo nos mercados de comida (como o Torvehallerne), usando o transporte público e aproveitando atrações gratuitas (Pequena Sereia, mirante da torre de Christiansborg, jardins reais). Como referência de comprovação financeira, as autoridades citam cerca de 500 DKK por dia para quem fica em hotel.
O jeito mais prático é o metrô M2, que sai da estação Lufthavnen (em frente ao Terminal 3) e chega a Kongens Nytorv, no centro, em cerca de 13 minutos. O bilhete de 3 zonas custa 30 DKK e os trens passam a cada 4–6 minutos. Há também trem urbano até a Estação Central. Táxi custa bem mais.
De maio a setembro, quando o clima é mais ameno (17–25 °C no verão) e os dias são longos, em junho há cerca de 17 horas de luz. Maio e setembro equilibram bom tempo com menos turistas. Dezembro é frio e escurece cedo, mas tem os charmosos mercados de Natal e a atmosfera de hygge.
Não é exigido formalmente do turista brasileiro isento de visto, mas eu recomendo fortemente. O padrão Schengen é uma cobertura mínima de € 30.000 para despesas médicas e repatriação, e a saúde na Europa é cara demais para arriscar viajar sem proteção.
Entre os endereços avaliados em Copenhague, predomina a faixa $$ (Intermediário). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.