Ásia

Japão: Tóquio, Hakone, Quioto e Osaka

Tokyo Skytree contra o céu de Tóquio, no Japão
Rota principal
GRU → HND/NRT via EUA, Doha ou Europa
Econômica 70–110k (por trecho)
Executiva 150–220k (por trecho)
Menor econômica observada · últimos 12 mesesNacional 103k · típico 221,3k · LATAM Pass
Via EUA · United/Avios Via Doha · Qatar/Avios Via Europa · Air France/Flying Blue Doméstico · JR Pass (calcule antes)

Melhor época para ir Mar–Mai (cerejeiras) e Out–Nov (outono)

Preços observados em milhas

Ofertas reais que circularam em grupos de milhas saindo do Brasil para este destino e ferramentas de busca de milhas. Servem de referência do que já apareceu. Preços e datas mudam e expiram, então confirme no programa antes de emitir.

Econômica 103.000 milhas LATAM Pass · por trecho · de São Paulo
faixa observada 103.000–221.359 · 6 ofertas
out/26, nov/26, dez/26, ago/26, set/26, jan/26
Executiva 130.000 milhas TAP Miles&Go · por trecho · de São Paulo
faixa observada 130.000–146.000 · 2 ofertas
fev/26, mai/26, jul/26, nov/26, jan/27, fev/27
Econômica por programa, do mais barato observado
LATAM Pass 103.000Smiles 164.000Azul pelo Mundo 221.265
Mínimo em econômica por mês de viagem (ago/25, set/25, out/25, nov/25, jan/26, abr/26)

Veja todas as rotas no explorador de passagens e calcule se vale a pena na calculadora de milhas.

O Japão é o destino que eu uso para mostrar que viajar com milhas vale tanto pela cabine quanto pelo chão: chega-se do Brasil com conexão, em geral via EUA, Doha ou Europa, e ANA e JAL têm produtos premium fortes para a Ásia. Neste guia eu organizo o roteiro clássico, Tóquio, Hakone, Quioto e Osaka, no formato que uso para milhas: rota, logística e os lugares que eu recomendo, todos verificados em maio de 2026.

Como eu monto o roteiro

O percurso que eu recomendo para uma primeira viagem encadeia quatro bases. Tóquio rende bem em quatro noites para o essencial; o metrô é extenso e fácil de usar mesmo sem falar japonês, mas as estações de Tóquio e Shinjuku são gigantes, então dê folga para se localizar. De lá, eu encaixo uma noite em Hakone, nas montanhas, para a experiência de ryokan com onsen e jantar kaiseki, é a forma mais acessível de viver isso saindo da capital. Depois, Quioto, que costuma ser a favorita de quem viaja por ali: é o melhor equilíbrio entre cidade, natureza, cultura e história, com Gion, o distrito histórico das gueixas, como ponto alto. Fecho em Osaka, mais cena gastronômica que atrações, e bom ponto de partida para o bate-volta a Hiroshima.

Em milhas, o Japão é um destino de conexão a partir do Brasil, não há voo direto. Eu confiro a disponibilidade de assento-prêmio nos buscadores de passagem em milhas antes de fechar datas e, para decidir se vale emitir ou pagar, rodo a calculadora do milheiro. Quem quer chegar descansado encontra os sweet spots de cabine premium para a Ásia na seção de executiva e primeira classe.

Logística que muda a viagem

Duas coisas eu trato como inegociáveis. A primeira é internet: reserve um eSIM ou um Pocket Wi-Fi antes de embarcar e retire no aeroporto, sai por volta de US$ 10 por dia e muda a experiência de navegar pela cidade (mais no guia de eSIM e internet na viagem). A segunda é dinheiro: o Japão ainda usa muito iene em espécie, e vários lugares bons, inclusive restaurantes premiados, não aceitam cartão. Para o transporte, um cartão recarregável Suica ou Pasmo cobre metrô e trens, e o Google Maps indica a plataforma e o vagão certos. Abaixo, os lugares que eu recomendo, todos verificados em maio de 2026.

Onde recomendo ficar

Hotel The Flag Shinsaibashi

1-18-30 Higashi-Shinsaibashi, Chuo-ku, Osaka

A base que eu recomendo em Osaka: fica em Shinsaibashi, a menos de cinco minutos a pé do metrô e coladinho na zona de compras e na vida noturna de Dotonbori. Como Osaka é mais sobre comer e andar pela cidade do que sobre grandes atrações, estar nesse ponto central economiza muito deslocamento.

Hilton Tokyo

6-6-2 Nishi-Shinjuku, Shinjuku-ku, Tóquio

É a base em Tóquio que eu recomendo para quem chega de longe: fica em Shinjuku, a poucos minutos do metrô, com quartos espaçosos e um concierge ágil — útil de verdade aqui, porque é por ele que se conseguem as reservas de restaurante mais disputadas. Boa âncora para explorar a cidade sem depender de carro.

Yamanochaya Ryokan

171 Tonosawa, Hakone-machi, Ashigarashimo-gun, Kanagawa

É o ryokan que eu recomendo para viver a experiência de Hakone: quartos com onsen privativo, jantar kaiseki e o ritual das águas termais nas montanhas, a uma distância fácil de Tóquio. Vale saber que, em ryokan, o preço costuma ser cobrado por pessoa (com as refeições incluídas), não por quarto — então compare com isso em mente.

The Celestine Kyoto Gion

572 Komatsucho, Higashiyama-ku, Quioto

Em Quioto eu recomendo se hospedar em Gion, o bairro histórico, e este hotel está bem no coração dele — ponto de partida prático para os templos a pé. Tem onsen no próprio hotel, um luxo depois de um dia de caminhada. Lembre que boa parte dos lugares ao redor aceita só dinheiro.

O que recomendo fazer

Pokémon Center

Shibuya Parco 6F, 15-1 Udagawacho, Shibuya-ku, Tóquio

Parada certa se você viaja com crianças (ou é fã). Eu recomendo a unidade do Shibuya Parco, central e fácil de encaixar. A maior loja, a Mega Tokyo, em Ikebukuro, estava temporariamente fechada e com reabertura prevista para por volta de setembro de 2026 — confirme antes de ir (verificado em maio de 2026).

Uniqlo (loja-conceito de Ginza)

6-9-5 Ginza, Chuo-ku, Tóquio (Ginza Komatsu East Building)

A loja global da Uniqlo em Ginza ocupa doze andares e é a maior do Japão — vale a visita mesmo para quem não vai comprar, pela escala e pelas linhas exclusivas. Eu recomendo como uma parada de compras dentro do passeio por Ginza, o polo de luxo de Tóquio.

Ginza e Harajuku (compras)

Ginza (Chuo-ku) e Harajuku (Shibuya-ku), Tóquio

Os dois polos de compras que eu recomendo em Tóquio: Ginza, para o luxo e as lojas-conceito, e Harajuku, para a moda jovem e as ruas de tendência (Takeshita-dori à frente). Mesmo sem comprar nada, são ótimos para caminhar e observar — montei aqui o contexto; as lojas específicas que valem a parada estão nos cards de Uniqlo e Pokémon Center.

Gion (distrito histórico)

Gion, Higashiyama-ku, Quioto

O distrito das gueixas, e o lugar de Quioto onde eu mais recomendo simplesmente caminhar ao entardecer: ruas de madeira preservadas, casas de chá, lanternas acendendo. É o coração do que torna Quioto especial. Respeite a privacidade dos moradores e das maiko — fotografá-las sem permissão é desencorajado.

Castelo Nijo (Nijo-jo)

541 Nijojocho, Horikawa-nishi-iru, Nijojo-dori, Nakagyo-ku, Quioto

O castelo do xogunato em Quioto, Patrimônio da Humanidade, famoso pelo Palácio Ninomaru e seus "pisos de rouxinol", que rangem de propósito como alarme. Eu recomendo como contraponto histórico aos templos: aqui a história é a do poder político do Japão. Confira no site oficial os horários e se algum palácio exige reserva.

Santuário Yasaka

625 Gionmachi Kitagawa, Higashiyama-ku, Quioto

O santuário xintoísta na ponta de Gion, com suas lanternas e o portão vermelho voltado para o distrito. É de graça, fica aberto e funciona como porta de entrada natural para o bairro histórico. Eu recomendo passar à noite, quando as lanternas acesas dão o clima.

Aritsugu (facas artesanais)

219 Kajiyacho, Nishiki Market, Nakagyo-ku, Quioto

Uma casa de facas e utensílios de cozinha com origem em 1560, dentro do Mercado Nishiki — de cuteleiros que já abasteceram a Casa Imperial. Eu recomendo como uma parada-lembrança que vale o dinheiro: dá para comprar uma faca japonesa de verdade e ter o nome gravado na hora. Eles ensinam a cuidar e afiam para o resto da vida.

Aquário de Osaka (Kaiyukan)

1-1-10 Kaigandori, Minato-ku, Osaka (Tempozan Harbor Village)

Um dos maiores aquários do mundo, com um tanque central do Pacífico que abriga tubarões-baleia. É o passeio que eu recomendo em Osaka para um dia mais leve, sobretudo com crianças. Fica em Tempozan, ao lado da roda-gigante, fácil de chegar de metrô.

Estátua do Godzilla (Shinjuku)

Shinjuku Toho Building, Kabukicho, Shinjuku-ku, Tóquio

A cabeça gigante do Godzilla que espia por cima do edifício Toho, em Kabukicho — não em Shibuya, como às vezes se diz. É uma parada de poucos minutos, divertida para foto, e fica no caminho da vida noturna de Shinjuku. A cada hora, no início da tarde até a noite, ela "ruge" com luz e fumaça.

Parque Memorial da Paz de Hiroshima

1-2 Nakajimacho, Naka-ku, Hiroshima

O parque e o museu construídos no marco zero da bomba atômica. É uma visita pesada e necessária — eu recomendo reservar tempo e cabeça para ela. Funciona bem como bate-volta de Osaka, de trem-bala (e é justamente esse tipo de trecho longo que pode justificar o JR Pass).

Tsukiji Outer Market

4-chome, Tsukiji, Chuo-ku, Tóquio

O mercado externo de Tsukiji segue vivo como uma rua de comida — frutos do mar, tamagoyaki, facas, chá — e é onde eu recomendo ir de manhã para tomar café da manhã no balcão. Atenção a uma informação que envelheceu em muitos guias: o famoso leilão de atum NÃO acontece mais aqui. Ele mudou para o mercado de Toyosu em 2018 e hoje só se assiste de uma galeria envidraçada. Etiqueta do mercado: o que você comprar na barraca, coma ali mesmo, no balcão.

Mercado Nishiki

Nishikikoji-dori, Nakagyo-ku, Quioto

A "cozinha de Quioto": uma rua coberta e estreita com mais de cem barracas de comida, conservas, doces e utensílios. Eu recomendo provar petiscos andando e parar na Aritsugu (facas) no fim. Mesma etiqueta dos mercados japoneses: coma o que comprar ali no próprio balcão, sem sair mastigando pela rua.

Cruzamento de Shibuya

Em frente à estação Shibuya, Shibuya-ku, Tóquio

O cruzamento de pedestres mais movimentado do mundo, e uma daquelas imagens que resumem Tóquio. Eu recomendo como parada rápida e simbólica: atravesse uma vez no meio da onda de gente e depois assista de cima, de algum café com vista para o cruzamento.

Templo Senso-ji (Asakusa)

2-3-1 Asakusa, Taito-ku, Tóquio

O templo budista mais antigo de Tóquio e a parada que eu recomendo para sentir o lado tradicional da cidade. Vale chegar pela rua Nakamise, a alameda de lojinhas que leva ao portão Kaminarimon, e ir cedo para fugir das multidões. Asakusa inteiro merece uma caminhada sem pressa.

Treino de sumô (tour)

Tóquio (estábulos na região de Ryogoku)

Assistir a um treino matinal de sumô num estábulo é, para mim, uma das experiências mais marcantes de Tóquio fora do óbvio. Como o acesso é restrito e tem etiqueta rígida, eu recomendo ir por um tour organizado, que combina o horário e explica as regras. Reserve com antecedência.

Arcade em Shinjuku (Club Sega)

Shinjuku, Tóquio

Os fliperamas de vários andares de Shinjuku são uma fatia muito divertida da cultura pop japonesa — máquinas de garra, ritmo, luta, tudo num volume e numa energia que não existem em outro lugar. Eu recomendo reservar uma noite para entrar em um e simplesmente jogar. As marcas e bandeiras das casas mudam com o tempo; entre na que estiver aberta.

Hakone Open Air Museum

1121 Ninotaira, Hakone-machi, Ashigarashimo-gun, Kanagawa

Um museu de escultura ao ar livre, com obras espalhadas por um parque nas montanhas e um pavilhão dedicado a Picasso. É o passeio que eu mais recomendo em Hakone para preencher o dia entre a chegada e o jantar no ryokan — arte e natureza no mesmo lugar.

Fushimi Inari-Taisha

68 Fukakusa Yabunouchicho, Fushimi-ku, Quioto

O santuário dos milhares de portões torii vermelhos que sobem a montanha — uma das imagens mais conhecidas do Japão. Eu recomendo ir bem cedo, antes das multidões, e seguir a trilha até o alto (não parar nos primeiros portões, como a maioria faz): lá em cima fica praticamente só você. Entrada gratuita.

Kiyomizu-dera

1-294 Kiyomizu, Higashiyama-ku, Quioto

O templo da grande varanda de madeira suspensa sobre a encosta, com vista para Quioto. O caminho de subida, por ruas de pedra cheias de lojinhas, já faz parte do passeio. Eu recomendo combinar com uma caminhada por Higashiyama e Gion no mesmo trecho do dia.

Arashiyama (floresta de bambu)

Arashiyama, Ukyo-ku, Quioto

A alameda de bambus gigantes de Arashiyama é o tipo de lugar que rende a foto e decepciona quem chega tarde — fica lotado. Eu recomendo fortemente ir cedo, logo na abertura, quando a luz entra entre os bambus e há silêncio. Funciona muito bem como bate-volta de Quioto, combinado com o entorno do bairro.

Castelo de Osaka

1-1 Osakajo, Chuo-ku, Osaka

O marco histórico de Osaka, cercado por um parque amplo e fossos. Eu recomendo mais pelo conjunto e pela caminhada no parque (lindo na temporada de cerejeiras) do que pelo interior reconstruído. Bom complemento "de dia" ao roteiro gastronômico que define a cidade.

Dotonbori

Dotonbori, Chuo-ku, Osaka

A rua de comida e letreiros de neon que é o coração da Osaka noturna — o letreiro do corredor Glico, os restaurantes de takoyaki e okonomiyaki, o canal. Eu recomendo conhecer à noite, quando tudo acende. É o melhor lugar para comer barato e bem na cidade.

Onde recomendo comer

Nishiazabu Sushi Shin

4-18-20 Nishiazabu, Minato-ku, Tóquio

O sushi intimista, estrelado pelo Michelin, que eu recomendo para uma refeição-marco em Tóquio: balcão pequeno, almoço-degustação de cerca de catorze etapas por volta de US$ 150 — bem mais acessível que o jantar. Atenção: existe um homônimo "Sushi Shin" dentro do Mandarin Oriental (do chef Miyakawa), que é outro restaurante; este é a casa de Nishiazabu. Reserve com antecedência, em geral pelo concierge do hotel.

Butagumi

2-24-9 Nishi-Azabu, Minato-ku, Tóquio

O tonkatsu (porco empanado) que eu mais recomendo em Tóquio, na unidade original de Nishi-Azabu — uma casa de madeira convertida em restaurante, com um cardápio que troca cortes e raças de porco todo dia. Custa algo entre US$ 20 e US$ 30, com menu em inglês. Vai cedo ou reserve: enche.

Ichiran (rede)

Rede com várias unidades; matriz de Shibuya: B1F, 1-22-7 Jinnan, Shibuya-ku, Tóquio

A rede de ramen tonkotsu do "comer sozinho": você pede numa máquina, preenche um formulário com a intensidade do caldo e o ponto do macarrão, e come numa cabine individual, com o ramen entregue por trás de uma cortininha. Custa de US$ 10 a US$ 15 e é a melhor porta de entrada que eu recomendo para quem nunca comeu ramen no Japão — tem unidades pela cidade, a de Shibuya é prática.

Fuunji

2-14-3 Yoyogi, Shibuya-ku, Tóquio (a 5 min da saída sul de Shinjuku)

O tsukemen (macarrão servido à parte, para mergulhar num caldo concentrado) que eu recomendo para quem quer entender por que os japoneses fazem fila por ramen. O caldo de peixe e porco é intenso. Forma-se fila, mas ela anda rápido; é um balcão pequeno, perto de Shinjuku. Pagamento e pedido por máquina.

Conbini (7-Eleven, Lawson, FamilyMart)

Lojas em toda parte (Tóquio, Quioto, Osaka e estradas)

As lojas de conveniência japonesas (conbini) são uma categoria à parte e eu recomendo de coração para o café da manhã e os lanches: sanduíche de ovo, onigiri, sushi embalado, frango quente e os Kit-Kats de sabores exclusivos. Comida boa, barata e em qualquer esquina — resolve muitas refeições do roteiro sem culpa.

Tempura Matsu

21-26 Umezu Onawabacho, Ukyo-ku, Quioto (Arashiyama)

Em Quioto, a refeição-degustação que eu recomendo: uma casa em Arashiyama com balcão de frente para o rio, mais de dez etapas que vão muito além de tempura, num estilo autoral. Reserve com antecedência, em geral pelo concierge do hotel — e leve dinheiro, porque costuma aceitar só cash. Costuma fechar às quartas.

Padaria Walder

452 Sakaicho, Fuyacho-dori, Nakagyo-ku, Quioto (perto do Mercado Nishiki)

Uma padaria de estilo alemão em Quioto, perto do Mercado Nishiki, com um pain au chocolat que eu recomendo de verdade — vale o desvio. Vai cedo: as melhores peças acabam, e a casa fecha às quartas e quintas. É uma parada barata e deliciosa entre uma atração e outra.

Dicas Japão

Metrô: cartão recarregável e Google Maps

Compre um Suica ou Pasmo na chegada e use o Google Maps, que mostra a plataforma e o vagão. As estações de Tóquio e Shinjuku são gigantes, dê folga.

eSIM ou Pocket Wi-Fi: reserve antes de viajar

Internet no Japão é quase obrigatória. Reserve um eSIM ou Pocket Wi-Fi antes de embarcar (~US$ 10/dia); o Pocket Wi-Fi conecta o grupo todo.

JR Pass: faça a conta antes de comprar

O JR Pass só compensa com bate-voltas longos de trem-bala (ex.: Hiroshima). Para roteiros concentrados em uma região, sai mais caro que bilhetes avulsos.

Leve iene em dinheiro: muitos lugares são só cash

Vários lugares bons, inclusive restaurantes premiados, aceitam só dinheiro. Leve bastante iene; caixas eletrônicos de conbini costumam aceitar cartão estrangeiro.

Visto e passaporte: o que o brasileiro precisa

Brasileiro não precisa de visto para turismo até 90 dias, mas o passaporte tem que ser biométrico (com chip). Confirme a regra vigente no consulado. Verificado em maio de 2026.

Restaurantes Michelin: reserve via concierge

O Japão tem o maior número de estrelas Michelin do mundo. Os endereços premium pedem reserva com semanas de antecedência, em geral via concierge ou serviço pago tipo Pocket Concierge.