Hotel Diplomatic
Mendoza, Argentina
Hotel na cidade de Mendoza, citado mais de uma vez como melhor custo-beneficio.
América do Sul
Melhor época para ir Mar-Abr (vindima) e Set-Nov · evitar jul-ago (frio)
Ofertas reais que circularam em grupos de milhas saindo do Brasil para este destino e ferramentas de busca de milhas. Servem de referência do que já apareceu. Preços e datas mudam e expiram, então confirme no programa antes de emitir.
Veja todas as rotas no explorador de passagens e calcule se vale a pena na calculadora de milhas.
O famoso "dólar blue" perdeu o sentido para o turista. Com o fim da maior parte do cepo cambial em 2025, a diferença entre o câmbio oficial e o paralelo encolheu para algo entre 2% e 5% — pequena demais para justificar trocar dinheiro com cambistas de rua, onde ainda rolam nota falsa e golpe.
YMYL: a política cambial argentina muda rápido; confirme a cotação do dia e as regras antes de viajar. Verificado em junho de 2026.
Mendoza é a capital do vinho argentino, aos pés dos Andes: vinícolas com almoço em Luján de Cuyo e no Vale do Uco, o Aconcágua a um bate-volta e uma cena gastronômica forte. Para o brasileiro, é destino curto e barato em milhas, e dá para entrar só com RG.
Para quem viaja com pontos e milhas, neste guia eu organizo rotas, os hotéis que recomendo, atrações e dicas práticas verificadas. A cobertura completa de programas está na minha seção Programas.
Mendoza, Argentina
Hotel na cidade de Mendoza, citado mais de uma vez como melhor custo-beneficio.
Mendoza, Argentina
Hotel na cidade de Mendoza citado entre as opcoes da comunidade.
Ruta Nacional 7, Las Heras, Mendoza (Argentina)
Parque que abriga o Aconcágua, o ponto mais alto das Américas. O circuito da Laguna de Horcones, de cerca de 2 horas ida e volta, é acessível a todos os públicos; o ingresso precisa ser reservado e pago pela internet antes da visita.
Vale do Uco, Mendoza, Argentina
Vinicola no Vale do Uco com almoco, citada entre as recomendadas.
Mendoza, Argentina
Vinicola com almoco citada entre as recomendacoes da comunidade.
Mendoza, Argentina
Vinicola com almoco no Vale do Uco, citada em varios relatos positivos.
Mendoza, Argentina
Vinicola com restaurante Angelica, citada entre as visitas com almoco da regiao.
Valle de Uco (Tunuyán), Mendoza, Argentina
O restaurante de Francis Mallmann dentro do The Vines Resort, no Valle de Uco, onde recomendo almoçar entre vinhedos com os Andes ao fundo. A cozinha gira em torno das sete técnicas de fogo do chef (grelha, chapa, infiernillo, forno de barro, brasas), com cortes argentinos no centro do prato. Reserva antecipada é praticamente obrigatória.
Ciudad de Mendoza, Argentina
Na cidade de Mendoza, é onde recomendo jantar para entender o vinho mendocino sem precisar dirigir até as bodegas. Comandado pelo chef Sebastián Weigandt e com uma estrela Michelin, casa um menu de produto local que muda com a estação com uma adega de cerca de 300 rótulos, a maioria da região. Ótima base para quem fica hospedado no centro.
Luján de Cuyo, Mendoza, Argentina
O bistrô da bodega de Matías Riccitelli, em Las Compuertas (Luján de Cuyo), montado em contêineres reformados no meio das parreiras. O chef Juan Ventureyra puxa a cozinha para o vegetal, com horta própria e dezenas de variedades de tomate no verão, e o menu inclui a visita à vinícola. Tem estrela vermelha e estrela verde Michelin pela pegada sustentável.
Godoy Cruz, Mendoza, Argentina
O endereço histórico de Mallmann em Mendoza, dentro da bodega Escorihuela Gascón, em Godoy Cruz, a poucos minutos do centro. A cozinha homenageia o tradicional argentino no fogo e no forno de barro, e a carta de vinhos espelha a adega da casa com centenas de rótulos. Aberto desde 1996 e reconhecido pelo Guia Michelin.
O aeroporto e perto: taxi ou Uber chega ao centro em ~15-20 min. O onibus (linhas 675/680) e barato, mas exige cartao SUBE que so se compra na cidade, entao nao serve na chegada. Eu pego Uber ou taxi do balcao; a noite, quando o onibus para, e a unica opcao.
A colheita da uva em Mendoza vai de meados de fevereiro até abril, e é a única janela para viver a experiência de cosecha (colher, pisar a uva no lagar e almoçar entre as parreiras) que algumas bodegas de Luján de Cuyo e do Valle de Uco oferecem. A Fiesta Nacional de la Vendimia em 2026 tem o Acto Central marcado para 7 de março, no Teatro Griego Frank Romero Day. As datas exatas dos eventos e das experiências mudam a cada ano, confira na agenda oficial antes de fechar a viagem.
As bodegas se concentram em três zonas com perfis distintos: Maipú é a mais próxima (cerca de 20 minutos da cidade, em torno de 800 m de altitude), Luján de Cuyo fica a uns 40 minutos (aproximadamente 825 a 1.080 m) e o Valle de Uco é o mais alto e mais distante (cerca de 80 a 90 km, com vinhedos de 900 a mais de 1.500 m). Para o Uco, reserve o dia inteiro: o trajeto sozinho já passa de uma hora por sentido (dados de 2026, sujeitos a trânsito e estrada).
Como uma visita típica inclui degustação de quatro a seis rótulos, o plano que recomendo é ir com motorista particular ou tour com transporte incluído, em vez de dirigir entre as bodegas. Além da segurança, você aproveita as taças sem se preocupar com a volta. Quase todas as bodegas exigem reserva com antecedência, especialmente na alta temporada (outubro a abril) e na vendima, então organize as visitas e o traslado juntos.
Mendoza é o berço do Malbec, a uva-assinatura argentina, e a altitude dos vinhedos (entre 800 e 1.500 m) é o que dá a esses tintos a concentração e o frescor que viraram a marca da região. Vale alternar com um Torrontés, o branco aromático mais típico do país, para variar entre as degustações. Os melhores Malbec costumam vir justamente de Luján de Cuyo e do Valle de Uco.
Em Mendoza, contratar motorista particular que agenda direto nas vinicolas costuma sair mais barato que fechar com agencia. Tambem vale o passeio para ver o Aconcagua.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, que já observamos nas emissões — por origem, cabine e programa. O programa indica o caminho (Avios via Doha, Flying Blue via Paris, AAdvantage via EUA…). Disponibilidade e valores mudam — confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Econômica | 35.000 | Smiles |
| GIG Rio de Janeiro | Econômica | 39.500 | Smiles |
| SSA Salvador | Econômica | 48.000 | Smiles |
| SSA Salvador | Econômica | 48.542 | LATAM Pass |
| VIX Vitória | Econômica | 55.712 | LATAM Pass |
Rotas e conexões: GRU→MDZ direto (sazonal) · LATAM Pass Via Santiago (SCL) · LATAM Pass/Smiles Via Buenos Aires (AEP/EZE) · diversas De Santiago de carro/ônibus pelos Andes
Veja todas as rotas e origens no explorador de passagens em milhas e compare o valor do milheiro na calculadora. Valores observados pela nossa curadoria e pela comunidade — referência, não garantia de disponibilidade.
Eu recomendo ficar na Cidade de Mendoza, na área da Plaza Independencia e da movimentada Avenida Arístides Villanueva, com restaurantes e bares a pé e fácil saída para as vinícolas. Para uma estada urbana com conforto eu indico o Park Hyatt Mendoza, de frente para a praça principal, ou o Hotel Diplomatic, central e bem localizado. Quem quer dormir no meio dos vinhedos deve escolher um hotel em Luján de Cuyo ou no Valle de Uco, mais perto das bodegas.
O aeroporto El Plumerillo (MDZ) fica a cerca de 10–11 km do centro, uns 20 minutos de carro. Eu prefiro táxi ou remis (paga-se em pesos, em dinheiro; a maioria não aceita cartão) ou um transfer privado pré-reservado, que evita imprevisto na chegada. Existe ônibus urbano (linhas 675 e 680) por valor baixo, mas ele exige o cartão SUBE, que não é vendido no aeroporto, por isso, chegando de avião, eu não conto com o ônibus. Verificado em junho de 2026.
O preço varia bastante conforme a origem, a época do ano e o programa, então eu não cravo um número aqui. Para voos da Argentina, costumam sair melhor os programas das companhias que operam a rota a partir do Brasil, como Latam (Latam Pass), Smiles e Azul. Veja o painel de preços observados nesta página para ter uma referência real e atualizada.
Eu recomendo de 3 a 4 dias para Mendoza. Isso dá tempo de dedicar um dia inteiro às bodegas de Luján de Cuyo e Maipú, mais perto da cidade, e outro dia ao Valle de Uco, que fica a cerca de uma hora e merece calma. Se a ideia incluir alta montanha (o caminho rumo ao Aconcágua) ou mais almoços harmonizados, eu estico para 5 dias.
Mendoza fica no Hemisfério Sul, então as estações são invertidas em relação ao Brasil. Eu prefiro o outono (de março a maio), quando acontece a vindima (colheita da uva), os vinhedos ficam dourados e o clima é ameno. A primavera (setembro a novembro) também é ótima; o verão é quente e seco, e o inverno é frio, mas serve para quem quer combinar a viagem com neve nas montanhas.
Sim, eu sempre reservo com antecedência: as bodegas mais procuradas, como a Catena Zapata, costumam lotar de 1 a 2 meses antes na alta temporada (outubro a abril), e algumas, como a Zuccardi Piedra Infinita, pedem pagamento adiantado para confirmar. As regiões mais próximas (Luján de Cuyo e Maipú), onde ficam a Susana Balbo Wines e a El Enemigo (Casa Vigil), dão para visitar em meio dia; o Valle de Uco, mais distante (cerca de uma hora), eu reservo um dia inteiro. Como há degustação, eu contrato motorista, tour com transporte ou uso aplicativo (Uber/Cabify) em vez de dirigir. Leve pesos em dinheiro: o câmbio na Argentina é volátil e muitos lugares dão melhor preço à vista, então confirme as condições no momento da viagem.