Maior nota da seleção
Santa Sofia (Ayasofya)
Para mim resume Istambul; entro cedo, com ombros e joelhos cobertos e lenço, mas confirme no site o que está aberto e o que se paga.
Europa
Minha leitura da rota
Istambul tem voo direto da Turkish, e o painel separa bem os dois caminhos: na executiva o programa certo é o Miles&Smiles da própria Turkish, confirmado ao vivo em centenas de datas; na econômica a surpresa é o Aeroplan, que emite o mesmo voo direto por menos do que a Smiles, onde a rota aparece muito mais cara. Minha leitura: ignore as dezenas de observações pela Smiles e pelo Azul pelo Mundo, que são o caminho caro; transfira para o Aeroplan ou para o Miles&Smiles quando houver bônus. Como Istambul é hub, esta emissão também abre a Ásia e o Oriente Médio.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, por origem, cabine e programa (o programa indica o caminho). Confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Econômica | 45.000 | Aeroplanver no explorador |
| GRU São Paulo | Econômica | 65.000 | Turkishver no explorador |
| GRU São Paulo | Executiva | 75.000 | Miles&Smilesver no explorador |
| GRU São Paulo | Executiva | 85.000 | Flying Bluever no explorador |
Dado pontual = visto 1 vez; Nx observado = piso recorrente; ≈ R$ = valor de referência das milhas. Referência, não garantia. Como verificamos · explorador · calculadora.
Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →
↓ abaixo do típico Em econômica, o melhor preço que observamos recentemente (45.000 milhas) está abaixo do piso típico de 157.200 desta rota (mediana das observações ao longo do tempo).
A opção mais cara é o plano B: programas diferentes liberam datas diferentes.
Veja todas as rotas no explorador de passagens e calcule se vale a pena na calculadora de milhas.
A IA pode cometer erros. Confirme valores, datas e regras no conteúdo editorial verificado abaixo.
Istambul é a única megalópole que se espalha por dois continentes: o lado europeu e o lado asiático, separados pelo estreito de Bósforo, ligados por pontes e por uma rede de balsas que para mim é meio caminho do passeio. Já foi Constantinopla, capital do Império Bizantino, e depois centro do Império Otomano, e essa dupla herança aparece em tudo, basílicas que viraram mesquitas, palácios, bazares cobertos. Para o brasileiro, ela ficou bem mais acessível desde que a Turkish Airlines passou a voar direto de Guarulhos para o aeroporto novo (IST), hoje um dos maiores hubs de conexão do planeta. Eu recomendo reservar pelo menos três ou quatro dias inteiros: é cidade enorme, e tentar fazer tudo num pulo só cansa e rende pouco.
Na hora de escolher onde ficar, eu penso em dois lados. Sultanahmet, na península histórica do lado europeu, é onde está concentrado o miolo turístico: Santa Sofia, a Mesquita Azul, o Palácio Topkapı, a Cisterna da Basílica e o Grande Bazar ficam quase todos a poucos minutos de caminhada uns dos outros, e o que está mais longe se resolve de bonde ou metrô. É a base que eu costumo indicar para quem vem pela primeira vez e quer maximizar tempo nos monumentos. Do outro lado do Corno de Ouro fica Beyoğlu, com o bairro de Taksim e a Torre de Gálata: é a Istambul moderna, das ruas de pedestres, cafés, bares e vida noturna, melhor para quem prefere agito a monumentos logo na porta. Atravessar de um lado para o outro pela Ponte de Gálata, a pé ou de bonde, é parte da experiência.
Vale entender o papel de hub da Turkish Airlines, porque ele muda o cálculo da viagem. A companhia conecta o mundo inteiro por Istambul, e mantém o programa Turkish Stopover: se a sua conexão tem escala longa na cidade, a partir de cerca de 20 horas, você pode ganhar hotel de cortesia, uma noite em hotel 4 estrelas na econômica e duas noites em categoria superior na executiva, com transporte de e para o aeroporto incluído. Na prática, dá para emendar uns dias em Istambul de graça a caminho da Europa ou da Ásia. As regras e o que está incluído mudam de tempos em tempos, então eu recomendo conferir as condições direto com a companhia antes de montar o itinerário em cima disso.
Sobre comida, Istambul é onde eu indico encarar a cozinha turca de verdade: o café da manhã turco (kahvaltı) com queijos, azeitonas, pães e ovos, os kebabs e o cordeiro grelhado, os mezes para dividir, o peixe fresco do Bósforo e os doces como baklava e o sorvete dondurma. O Bazar das Especiarias é bom para provar delícias turcas, castanhas e temperos. Istambul é uma cidade relativamente tranquila para o tamanho que tem, mas, como em qualquer destino muito turístico, eu recomendo atenção com carteiras e celular nas áreas cheias do Grande Bazar e de Sultanahmet, negociar preço sempre antes de fechar qualquer compra ou táxi, e desconfiar de abordagens excessivamente simpáticas perto dos pontos turísticos.
As atrações aparecem pela avaliação editorial. Use os filtros para ajustar a seleção ao seu roteiro.
Nenhum resultado com esses filtros.
Maior nota da seleção
Para mim resume Istambul; entro cedo, com ombros e joelhos cobertos e lenço, mas confirme no site o que está aberto e o que se paga.
Residência dos sultões sobre o Bósforo; reservo meia manhã com o Harém e o Tesouro, e compro o ingresso antes na alta temporada por causa da fila.
A melhor forma de entender a geografia da cidade vendo os dois continentes; começo pelas balsas oficiais pelo preço e prefiro o fim de tarde, pela luz.
Em frente à Santa Sofia, dá para ver as duas na mesma manhã; entrada gratuita, mas fecha durante as cinco orações, então chego fora desses horários.
Reservatório subterrâneo do século VI com colunas iluminadas e as cabeças de Medusa; compro com horário marcado porque a fila à porta costuma ser grande.
Grande mesquita otomana projetada por Sinan, com vista da cidade e do Chifre de Ouro; costuma estar menos cheia que a Mesquita Azul.
Ritual de banho a vapor turco, com esfoliação e massagem, em casas históricas da cidade; experiência tradicional para reservar uma vez na viagem.
Palácio otomano do século XIX à beira do Bósforo, de estilo europeu e interiores opulentos; bom complemento ao Topkapi.
Torre genovesa medieval com a vista panorâmica que acho a mais bonita da cidade; subo no fim de tarde, mas a fila do elevador pode ser longa nesse horário.
Menor e mais focado que o Grande Bazar, ótimo para levar lembrança comestível; provo antes de comprar e combino com a Ponte de Gálata ao lado.
Labirinto de milhares de lojas sob arcos pintados; encaro como experiência mais que compra, pechincho sempre e fico de olho na carteira porque é cheio.
Pequena mesquita célebre pela azulejaria de Iznik, escondida perto do Bazar de Especiarias; uma joia menos conhecida.
Acervo de tapetes, caligrafia e arte islâmica num antigo palácio em Sultanahmet; boa pausa cultural.
A antiga praça de corridas de bigas, hoje espaço aberto com obeliscos, ao lado da Mesquita Azul; parada rápida a pé.
Luxo de rede num antigo prédio de prisão otomana em Sultanahmet, pequeno e exclusivo, a passos da Santa Sofia para queimar diárias premium.
Boutique de bom custo-benefício em Sultanahmet, atendimento muito elogiado e terraço com vista para os minaretes; zona de ladeiras, pense na bagagem.
Intermediário familiar em Sirkeci, com piscina coberta e café turco caprichado, ao lado da estação histórica e do bonde para os monumentos.
Boutique em Sultanahmet, atrás da Santa Sofia: rooftop com vista para Santa Sofia, Mesquita Azul e Bósforo, e os monumentos a pé.
Boutique intimista num casarão restaurado em Gálata, com terraço de vista para o Corno de Ouro; zona de ladeiras e ruas de pedra.
Clássico grande em cima da Praça Taksim, no coração da Istambul moderna; vista do Bósforo nos andares altos, mas longe dos monumentos de Sultanahmet.
Nenhum resultado com esses filtros.
Eu indico mais pela vista que pela cozinha: o terraço emoldura Santa Sofia, a Mesquita Azul e o Bósforo de uma vez, mas trate como ocasião especial porque a conta acompanha a vista.
A casa que eu mais recomendo para cozinha turca regional de verdade, longe do roteiro turístico: lokanta self-service de panelas, com pratos do sudeste da Anatólia que mudam todo dia. Vá no almoço,…
Referência de kebabs e cordeiro do sudeste turco, com terraço de vista para o Corno de Ouro e a Ponte de Gálata. Reserve mesa no terraço com antecedência, porque a vista é disputada, e vá com fome.
Indico para mezes e cozinha turca de qualidade num ambiente bonito de azulejos, com clima de meyhane que esquenta à noite: pratos para dividir, peixe e raki. Reserve, porque é bastante procurado.
Para o café da manhã turco como programa por si só: dezenas de pratinhos no estilo da cidade de Van, com queijos, kaymak, azeitonas e chá em copinhos. Vá com fome, em grupo, e cedo nos fins de sema…
Indico para um jantar especial pela vista panorâmica do Bósforo e da cidade; confirme o funcionamento antes de reservar.
Recomendo para o pôr do sol: cozinha internacional e sushi com vista, mas confirme se segue em operação antes de reservar.
Gosto da vista aérea do alto de Taksim; vira balada mais tarde, então reserve com antecedência.
Um dos endereços de alta gastronomia da cidade que recomendo, com cozinha autoral e vista ampla no topo do Marmara Pera.
O aeroporto novo de Istambul (IST) fica bem afastado da cidade, no extremo noroeste, então o trajeto até o centro costuma passar de uma hora, dependendo do destino e do trânsito. A opção mais barata é o metrô: a linha M11 sai de dentro do aeroporto e, com uma baldeação (em geral na estação Gayrettepe, para a linha M2), leva até a região histórica, para Sultanahmet, a estação de referência é Vezneciler, de onde se completa a pé ou de bonde. A alternativa sem baldeação são os ônibus Havaist, que têm linha direta para a área de Sultanahmet e param em pontos centrais; a passagem é paga com cartão. Para ir de porta a porta, sobretudo com bagagem ou chegando de madrugada, o táxi oficial e o transfer privativo compensam o conforto, combine o preço ou exija o taxímetro antes de embarcar. Atenção: existem dois aeroportos, o IST (europeu, da Turkish) e o Sabiha Gökçen (SAW, no lado asiático, de companhias de baixo custo); confira de qual você parte. Valores e linhas mudam, confirme na hora.
Se você voa pela Turkish Airlines e tem uma conexão com escala longa em Istambul, vale conhecer o Turkish Stopover: o programa oferece hotel de cortesia para quem fica parado na cidade a partir de cerca de 20 horas e até alguns dias. Em geral, são uma noite em hotel 4 estrelas para quem viaja na econômica e duas noites em categoria superior na executiva, com transporte de e para o aeroporto incluído, sem precisar de status no programa de milhas. Na prática, dá para emendar uns dias em Istambul praticamente de graça a caminho da Europa ou da Ásia. As condições, os prazos mínimos e os hotéis disponíveis mudam de tempos em tempos, então eu recomendo conferir as regras vigentes direto com a companhia e fazer a solicitação com antecedência, antes de contar com isso no roteiro.
A primeira decisão que eu ajudo a tomar é o lado da cidade. Sultanahmet, na península histórica, é onde estão Santa Sofia, Mesquita Azul, Topkapı, Cisterna da Basílica e o Grande Bazar, quase todos a pé, é a base que eu indico para quem vem pela primeira vez e quer maximizar tempo nos monumentos. Beyoğlu, do outro lado do Corno de Ouro, com Taksim e a Torre de Gálata, é a Istambul moderna, dos bares, cafés e vida noturna, melhor para quem prefere agito e volta tarde. Quem fica mais dias pode dividir a estadia entre os dois lados. O metrô, o bonde e as balsas conectam tudo, então nenhuma escolha deixa você isolado; é mais uma questão de o que você quer ter na porta do hotel.
Vários dos principais pontos de Istambul são mesquitas em uso, como a Santa Sofia e a Mesquita Azul, e por isso têm regras que eu recomendo respeitar para entrar sem contratempo. Ombros e joelhos cobertos para todos; as mulheres precisam cobrir a cabeça com um lenço (muitas mesquitas emprestam na entrada); e se entra descalço nas áreas de tapete, então calçado fácil de tirar ajuda. As mesquitas fecham para turistas durante as cinco orações diárias e na oração de sexta-feira ao meio-dia, que é mais longa; vale planejar a visita fora desses horários. A entrada para orar costuma ser gratuita. Como horários e regras de acesso vêm mudando, confirme o que está aberto antes de ir.
Eu prefiro recomendar a primavera (abril a junho) e o outono (setembro a outubro), quando o clima é ameno, bom para caminhar entre os monumentos, e a cidade está menos lotada que no auge do verão. Julho e agosto são quentes e cheios; o inverno (dezembro a fevereiro) é frio, às vezes com neve, mas tem seu charme e preços menores. Vale também ficar atento ao calendário do Ramadã, mês religioso cuja data muda todo ano: a cidade fica mais animada à noite, porém alguns serviços e horários mudam durante o dia. Como o tempo varia, confirme a previsão perto da viagem.
A moeda é a lira turca, e eu recomendo carregar algum dinheiro vivo para os bazares, as balsas e os pequenos comércios, ainda que cartão seja aceito na maioria dos lugares. Nos bazares, pechinchar faz parte: pergunte o preço, ofereça menos e compare entre bancas antes de fechar. Em restaurantes, uma gorjeta de cerca de dez por cento é bem recebida quando não vem incluída. Atenção a dois golpes clássicos: táxi sem taxímetro ou com trajeto inflado (combine o valor ou exija o taxímetro) e o do engraxate que deixa cair a escova para puxar conversa. Cotações e preços variam bastante, então confirme o câmbio na hora.
Não, para turismo. Brasileiros têm isenção de visto para a Turquia em estadias de até 90 dias, por acordo em vigor desde 2004, válido para passaporte comum, oficial ou diplomático. Como a isenção é total, o e-Visa que aparece em alguns sites não é exigido do brasileiro para turismo nesse prazo. Você precisa de passaporte com pelo menos 150 dias de validade a partir da entrada e pode ter de mostrar passagem de volta e comprovantes de hospedagem e fundos. Quem pretende ficar mais de 90 dias precisa pedir autorização de residência antes do prazo acabar. Como as regras mudam, confirme nos canais oficiais antes de comprar a passagem.
Vale, e essa é uma das grandes vantagens de voar pela Turkish. A companhia tem hub em Istambul e mantém o Turkish Stopover: quem conecta com escala longa, a partir de cerca de 20 horas, pode ganhar hotel de cortesia na cidade, em geral uma noite em 4 estrelas na econômica e duas noites em categoria superior na executiva, com transporte incluído e sem precisar de status no programa de milhas. Na prática, dá para conhecer Istambul de quebra a caminho da Europa ou da Ásia. As regras e os hotéis disponíveis mudam, então confirme as condições direto com a companhia e solicite com antecedência.
Eu costumo indicar de três a quatro dias inteiros para um primeiro contato. Com esse tempo dá para ver o essencial de Sultanahmet a pé (Santa Sofia, Mesquita Azul, Topkapı, Cisterna da Basílica e Grande Bazar), fazer um passeio de barco pelo Bósforo e ainda atravessar para Beyoğlu e a Torre de Gálata. Quem quer ritmo mais calmo, conhecer o lado asiático em Kadıköy ou usar a cidade como base para bate-voltas pode esticar para cinco ou seis dias. Quem só está de passagem por uma escala longa consegue ver o miolo histórico num dia bem aproveitado.
Depende do que você quer ter na porta. Sultanahmet, na península histórica, deixa quase todos os grandes monumentos a pé e é o que eu mais indico para quem vem pela primeira vez. Beyoğlu, com Taksim e a Torre de Gálata, é a Istambul moderna, dos bares, cafés e vida noturna, melhor para quem prefere agito. O metrô, o bonde e as balsas conectam os dois lados com facilidade, então nenhuma escolha deixa você isolado; quem fica mais dias pode até dividir a estadia entre as duas regiões para sentir as duas caras da cidade.
Eu prefiro a primavera (abril a junho) e o outono (setembro a outubro), quando o clima é ameno, bom para caminhar entre os monumentos, e a cidade está menos cheia que no verão. Julho e agosto são quentes e movimentados; o inverno é frio, às vezes com neve, mas tem preços menores e menos turistas. Vale conferir o calendário do Ramadã, cuja data muda a cada ano e altera horários e o clima da cidade durante o dia. Como o tempo varia, confirme a previsão perto da viagem.
O aeroporto novo (IST) fica afastado, então o trajeto costuma passar de uma hora. As opções mais econômicas são o metrô M11, que sai de dentro do aeroporto e chega à região histórica com uma baldeação (para Sultanahmet, a referência é a estação Vezneciler), e os ônibus Havaist, que têm linha direta para Sultanahmet sem baldeação, com pagamento por cartão. Para ir de porta a porta, com bagagem ou de madrugada, o táxi oficial ou um transfer privativo compensam, combine o preço ou exija o taxímetro antes. Atenção: há dois aeroportos, o IST (europeu, da Turkish) e o Sabiha Gökçen (SAW, asiático, de baixo custo); confira de qual você parte. Valores mudam, confirme na hora.
Varia bastante conforme o programa, a data e a disponibilidade de assentos. Eu costumo ver a classe econômica entre 75 mil e 140 mil milhas por trecho e a executiva entre 55 mil e 110 mil por trecho, mais as taxas. A própria Turkish Airlines, no programa Miles&Smiles dela, costuma cobrar bem mais nas tarifas em milhas, então quase sempre compensa emitir o voo da Turkish por um programa parceiro, como Smiles, TAP Miles&Go, LifeMiles ou ConnectMiles, e comparar antes. Como os valores de emissão mudam o tempo todo, confirme o preço na hora de resgatar.
Entre os mais bem avaliados pelo MilhasBot em Istambul estão Çiya Sofrası (nota 4,6/5), Van Kahvaltı Evi (nota 4,5/5) e Mikla (nota 4,5/5), todos com avaliação em primeira pessoa de Ricardo Wright.
Entre os endereços avaliados em Istambul, predomina a faixa $$ (Intermediário). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.
As cozinhas mais presentes entre as avaliações de Istambul são Turca, Contemporânea e Alta gastronomia.