Hotel Diplomatic
Citado mais de uma vez como o melhor custo-benefício da cidade, com localização central a pé das vinícolas urbanas e restaurantes.
América do Sul
Melhor época para ir Mar-Abr (vindima) e Set-Nov · evitar jul-ago (frio)
Minha leitura da rota
Mendoza aparece no painel pela Smiles no voo da GOL, com saídas de São Paulo e do Rio, e pela LATAM Pass com conexão. Minha leitura: é um destino em que a econômica resolve, porque o voo é curto e o preço em milhas é de rota regional; eu guardaria a executiva para outra viagem. Compare a Smiles com a LATAM Pass na sua data, porque na vindima, entre fevereiro e abril, o piso some. A pegadinha é o limite de bagagem para trazer vinho: confira a franquia antes de emitir.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, por origem, cabine e programa (o programa indica o caminho). Confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Econômica | 35.000 | Smilesver no explorador |
| GIG Rio de Janeiro | Econômica | 39.500 | Smilesver no explorador |
| SSA Salvador | Econômica | 48.000 | Smilesver no explorador |
| SSA Salvador | Econômica | 48.542 | LATAM Passver no explorador |
| VIX Vitória | Econômica | 55.712 | LATAM Passver no explorador |
Rotas e conexões: GRU→MDZ direto (sazonal) · LATAM Pass Via Santiago (SCL) · LATAM Pass/Smiles Via Buenos Aires (AEP/EZE) · diversas De Santiago de carro/ônibus pelos Andes
Dado pontual = visto 1 vez; Nx observado = piso recorrente; ≈ R$ = valor de referência das milhas. Referência, não garantia. Como verificamos · explorador · calculadora.
Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →
Veja todas as rotas no explorador de passagens e calcule se vale a pena na calculadora de milhas.
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O famoso "dólar blue" perdeu o sentido para o turista. Com o fim da maior parte do cepo cambial em 2025, a diferença entre o câmbio oficial e o paralelo encolheu para algo entre 2% e 5%, pequena demais para justificar trocar dinheiro com cambistas de rua, onde ainda rolam nota falsa e golpe.
YMYL: a política cambial argentina muda rápido; confirme a cotação do dia e as regras antes de viajar. Verificado em julho de 2026.
Mendoza é a capital do vinho argentino, aos pés dos Andes: vinícolas com almoço em Luján de Cuyo e no Vale do Uco, o Aconcágua a um bate-volta e uma cena gastronômica forte. Para o brasileiro, é destino curto e barato em milhas, e dá para entrar só com RG.
Para quem viaja com pontos e milhas, neste guia eu organizo rotas, os hotéis que recomendo, atrações e dicas práticas verificadas. A cobertura completa de programas está na minha seção Programas.
Citado mais de uma vez como o melhor custo-benefício da cidade, com localização central a pé das vinícolas urbanas e restaurantes.
Bandeira Hyatt de frente para a Plaza Independencia, no coração da cidade; aparece sempre entre as escolhas da comunidade.
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Abriga o Aconcágua, o ponto mais alto das Américas; o circuito da Laguna de Horcones, de cerca de 2h ida e volta, é tranquilo para qualquer público, mas exige reservar e pagar o ingresso online antes.
Vinícola no Vale do Uco com almoço, das que recomendo na região e bastante citadas pela comunidade.
Vinícola com almoço que recomendo entre as visitas da região, citada com frequência pela comunidade.
Vinícola com almoço no Vale do Uco que recomendo, com vários relatos positivos da comunidade.
Vinícola com o restaurante Angélica, das visitas com almoço que recomendo na região.
Recomendo almoçar entre os vinhedos do Valle de Uco neste restaurante do Francis Mallmann, com os Andes ao fundo e cortes no centro das sete técnicas de fogo do chef; reserve com antecedência, é pr…
Na cidade de Mendoza, recomendo jantar aqui para entender o vinho mendocino sem dirigir até as bodegas: uma estrela Michelin, menu de produto local que muda com a estação e adega com cerca de 300 r…
O bistrô da bodega Riccitelli, montado em contêineres no meio das parreiras de Luján de Cuyo, com cozinha puxada para o vegetal, horta própria e estrela vermelha e verde Michelin; o menu inclui a v…
O endereço histórico de Mallmann em Mendoza, dentro da bodega Escorihuela Gascón em Godoy Cruz, a poucos minutos do centro: cozinha argentina no fogo e no forno de barro, carta com centenas de rótu…
O aeroporto e perto: táxi ou Uber chega ao centro em ~15-20 min. O ônibus (linhas 675/680) e barato, mas exige cartão SUBE que so se compra na cidade, entao não serve na chegada. Uber ou táxi do balcão resolvem; a noite, quando o ônibus para, e a única opção.
A colheita da uva em Mendoza vai de meados de fevereiro até abril, e é a única janela para viver a experiência de cosecha (colher, pisar a uva no lagar e almoçar entre as parreiras) que algumas bodegas de Luján de Cuyo e do Valle de Uco oferecem. A Fiesta Nacional de la Vendimia em 2026 tem o Acto Central marcado para 7 de março, no Teatro Griego Frank Romero Day. As datas exatas dos eventos e das experiências mudam a cada ano, confira na agenda oficial antes de fechar a viagem.
As bodegas se concentram em três zonas com perfis distintos: Maipú é a mais próxima (cerca de 20 minutos da cidade, em torno de 800 m de altitude), Luján de Cuyo fica a uns 40 minutos (aproximadamente 825 a 1.080 m) e o Valle de Uco é o mais alto e mais distante (cerca de 80 a 90 km, com vinhedos de 900 a mais de 1.500 m). Para o Uco, reserve o dia inteiro: o trajeto sozinho já passa de uma hora por sentido (dados de 2026, sujeitos a trânsito e estrada).
Como uma visita típica inclui degustação de quatro a seis rótulos, o plano que recomendo é ir com motorista particular ou tour com transporte incluído, em vez de dirigir entre as bodegas. Além da segurança, você aproveita as taças sem se preocupar com a volta. Quase todas as bodegas exigem reserva com antecedência, especialmente na alta temporada (outubro a abril) e na vendima, então organize as visitas e o traslado juntos.
Mendoza é o berço do Malbec, a uva-assinatura argentina, e a altitude dos vinhedos (entre 800 e 1.500 m) é o que dá a esses tintos a concentração e o frescor que viraram a marca da região. Vale alternar com um Torrontés, o branco aromático mais típico do país, para variar entre as degustações. Os melhores Malbec costumam vir justamente de Luján de Cuyo e do Valle de Uco.
Em Mendoza, contratar motorista particular que agenda direto nas vinicolas costuma sair mais barato que fechar com agência. Também vale o passeio para ver o Aconcagua.
Eu recomendo ficar na Cidade de Mendoza, na área da Plaza Independencia e da movimentada Avenida Arístides Villanueva, com restaurantes e bares a pé e fácil saída para as vinícolas. Para uma estada urbana com conforto eu indico o Park Hyatt Mendoza, de frente para a praça principal, ou o Hotel Diplomatic, central e bem localizado. Quem quer dormir no meio dos vinhedos deve escolher um hotel em Luján de Cuyo ou no Valle de Uco, mais perto das bodegas.
O aeroporto El Plumerillo (MDZ) fica a cerca de 10–11 km do centro, uns 20 minutos de carro. Eu prefiro táxi ou remis (paga-se em pesos, em dinheiro; a maioria não aceita cartão) ou um transfer privado pré-reservado, que evita imprevisto na chegada. Existe ônibus urbano (linhas 675 e 680) por valor baixo, mas ele exige o cartão SUBE, que não é vendido no aeroporto, por isso, chegando de avião, eu não conto com o ônibus. Verificado em junho de 2026.
O preço varia bastante conforme a origem, a época do ano e o programa, então eu não cravo um número aqui. Para voos da Argentina, costumam sair melhor os programas das companhias que operam a rota a partir do Brasil, como Latam (Latam Pass), Smiles e Azul. Veja o painel de preços observados nesta página para ter uma referência real e atualizada.
Eu recomendo de 3 a 4 dias para Mendoza. Isso dá tempo de dedicar um dia inteiro às bodegas de Luján de Cuyo e Maipú, mais perto da cidade, e outro dia ao Valle de Uco, que fica a cerca de uma hora e merece calma. Se a ideia incluir alta montanha (o caminho rumo ao Aconcágua) ou mais almoços harmonizados, eu estico para 5 dias.
Mendoza fica no Hemisfério Sul, então as estações são invertidas em relação ao Brasil. Eu prefiro o outono (de março a maio), quando acontece a vindima (colheita da uva), os vinhedos ficam dourados e o clima é ameno. A primavera (setembro a novembro) também é ótima; o verão é quente e seco, e o inverno é frio, mas serve para quem quer combinar a viagem com neve nas montanhas.
Sim, eu sempre reservo com antecedência: as bodegas mais procuradas, como a Catena Zapata, costumam lotar de 1 a 2 meses antes na alta temporada (outubro a abril), e algumas, como a Zuccardi Piedra Infinita, pedem pagamento adiantado para confirmar. As regiões mais próximas (Luján de Cuyo e Maipú), onde ficam a Susana Balbo Wines e a El Enemigo (Casa Vigil), dão para visitar em meio dia; o Valle de Uco, mais distante (cerca de uma hora), eu reservo um dia inteiro. Como há degustação, eu contrato motorista, tour com transporte ou uso aplicativo (Uber/Cabify) em vez de dirigir. Leve pesos em dinheiro: o câmbio na Argentina é volátil e muitos lugares dão melhor preço à vista, então confirme as condições no momento da viagem.
Entre os mais bem avaliados pelo MilhasBot em Mendoza estão Siete Fuegos (nota 4,7/5), Azafrán (nota 4,6/5) e Riccitelli Bistró (nota 4,6/5), todos com avaliação em primeira pessoa de Ricardo Wright.
Entre os endereços avaliados em Mendoza, predomina a faixa $$$ (Alto padrão). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.
As cozinhas mais presentes entre as avaliações de Mendoza são Churrasco, Regional e Contemporânea.