Belmond Hotel das Cataratas
9,6 /10O único hotel dentro do Parque Nacional, com acesso às trilhas das Cataratas antes de abrir e depois de fechar ao público, quando o parque fica quase vazio.
Brasil
Melhor época para ir Abril a setembro (clima mais seco e ameno; verao e quente, umido e chuvoso)
Minha leitura da rota
Foz é trecho doméstico com aeroporto colado nas Cataratas, e o painel mostra Azul Fidelidade e Smiles no piso, com saídas de São Paulo, Recife e Fortaleza. Minha leitura: não gaste ponto transferível com bônus aqui; use o saldo que já está na companhia ou espere a promoção de tarifa, que empata com frequência. Entre abril e setembro o clima ajuda e a demanda é mais suave, então o piso aparece com mais facilidade. A pegadinha é o feriado prolongado, quando as três companhias sobem o preço em milhas ao mesmo tempo.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, por origem, cabine e programa (o programa indica o caminho). Confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Econômica | 9.000 | Azul Fidelidadever no explorador |
| GRU São Paulo | Econômica | 11.000 | Smilesver no explorador |
| REC Recife | Econômica | 19.700 | Smilesver no explorador |
| FOR Fortaleza | Econômica | 21.000 | Smilesver no explorador |
Rotas e conexões: Voos diretos a IGU das principais capitais por LATAM, Gol e Azul (São Paulo, Rio, Curitiba, Belo Horizonte, Brasilia, entre outras).
Dado pontual = visto 1 vez; Nx observado = piso recorrente; ≈ R$ = valor de referência das milhas. Referência, não garantia. Como verificamos · explorador · calculadora.
Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →
↑ acima do típico Em econômica, o melhor preço que observamos recentemente (19.700 milhas) está acima do piso típico de 15.350 desta rota (mediana das observações ao longo do tempo).
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Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, reúne em poucos quilômetros uma das maiores quedas d’água do mundo, vista dos dois países, mais uma usina hidrelétrica colossal e um ponto onde três fronteiras se encontram. É um destino doméstico que cabe em poucas milhas e entrega paisagem de escala internacional.
O acesso é direto pelo Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU), a cerca de 15 km das Cataratas, com voos das principais capitais por LATAM, Gol e Azul. Por ser trecho doméstico, sai barato em milhas (Smiles/GOL, LATAM Pass, Azul Fidelidade). A melhor época vai de abril a setembro, quando o clima fica mais seco e ameno; o verão é quente, úmido e mais chuvoso, ainda que o volume das quedas costume ser maior.
Eu recomendo reservar um dia para cada lado. O lado brasileiro entrega a vista panorâmica do conjunto de quedas e a passarela que chega à base da Garganta do Diabo. O lado argentino, no Parque Nacional Iguazú (em Puerto Iguazú), aproxima das quedas por uma rede de trilhas e passarelas, incluindo o mirante sobre a Garganta del Diablo. Para cruzar a fronteira, leve RG com foto emitido há menos de 10 anos ou passaporte e organize táxi ou transfer, já que não há transporte público ligando diretamente os dois parques.
O único hotel dentro do Parque Nacional, com acesso às trilhas das Cataratas antes de abrir e depois de fechar ao público, quando o parque fica quase vazio.
Resort tradicional da cidade, com complexo de piscinas termais, vários restaurantes e programação de lazer, pensado para férias mais longas em família.
Resort de piscinas termais e lazer amplo na Rodovia das Cataratas, com bom custo-benefício para famílias e deslocamento curto até os parques.
Bem localizado no centro, a pé de restaurantes e do terminal urbano, com café da manhã reforçado e boa relação preço-conforto como base na cidade.
Também no Centro de Foz, com piscina e 3 ofurôs, outra opção custo-benefício recorrente entre leitores.
No Centro de Foz, a 300m do terminal urbano, opção prática e em conta indicada por leitores, sem carro precisa andar mais até as Cataratas.
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Maior nota da seleção
O lado argentino é mais imersivo, com rede extensa de passarelas e o trem até o mirante sobre a Garganta del Diablo; rende um dia inteiro e exige RG recente com foto ou passaporte para cruzar a fro…
O lado brasileiro entrega a vista panorâmica do conjunto de quedas, com trilha de cerca de 1,2 km até a passarela ao pé da Garganta do Diabo; reserve meio período e vá cedo para fugir das filas e d…
Parque de conservação de aves da Mata Atlântica colado à entrada das Cataratas, com viveiros de imersão onde tucanos, araras e flamingos circulam perto do visitante; leva de uma a duas horas e enca…
Uma das maiores hidrelétricas do mundo, com visitas guiadas que vão do mirante panorâmico à versão técnica nas galerias internas; rende meio período e funciona como contraponto de engenharia aos pa…
Passeio de bote que aproxima das quedas pela água e deixa você encharcado bem perto das cascatas; é pago à parte do ingresso do parque, então leve roupa de banho e proteja eletrônicos.
Mirante sobre o encontro de Brasil, Argentina e Paraguai, com obeliscos e espetáculo noturno de luz e som; recomendo ir no fim de tarde, com a vista dos três marcos ao pôr do sol.
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Cozinha italiana autoral no Centro, com salas batizadas por regiões da Itália; recomendo reservar.
Rodízio de carnes tradicional do Centro, em atividade desde os anos 1980, farto e bem voltado ao turista.
Rodízio com show de danças típicas da Tríplice Fronteira; é mais atração turística do que jantar gastronômico, mas funciona como programa de uma noite, reserve antes.
Cozinha árabe que reflete a comunidade libanesa de Foz, com buffet a preço fixo de quibe, esfiha e homus; bom para conhecer esse lado da cidade.
Cozinha espanhola e frutos do mar no Centro, conhecida pela paella e pelo bacalhau; alternativa tranquila e à la carte aos rodízios.
No Paraguai, reais e dólares circulam bem nas compras. Na Argentina, costuma compensar pagar com cartão internacional ou débito em dólar (tipo Wise), e o Pix já é aceito em alguns lugares. Câmbio e formas de pagamento mudam, então confirme na hora.
Para atravessar com carro alugado até a Argentina ou o Paraguai, você precisa da Carta Verde, o seguro obrigatório para circular nos países do Mercosul. A locadora tem que autorizar a saída do país e emitir o documento; combine isso na reserva.
Cruzar de volta por Puerto Iguazú, no lado argentino, costuma ter taxas mais baixas, e ainda dá para aproveitar a passagem para conhecer as Cataratas do lado da Argentina. Confirme as regras de fronteira vigentes antes de ir.
Do aeroporto (IGU) ao centro são ~13 km, ~20 min. Táxi tabelado fica em torno de ~R$50 a R$70. A linha 120 (Parque Nacional) passa no aeroporto e é a mais barata. Transfer compartilhado sai a partir de ~R$20 por pessoa. Aplicativo existe, mas pode demorar a confirmar saindo do aeroporto. Eu recomendo transfer ou táxi tabelado com bagagem.
Para visitar o lado argentino das Cataratas (Parque Nacional Iguazu, em Puerto Iguazu) e preciso cruzar a fronteira. Brasileiros podem entrar com RG com foto emitido há menos de 10 anos ou passaporte. Carteira de motorista não vale como documento de viagem. Como não há transporte público ligando diretamente os dois parques, o mais prático e táxi, transfer ou excursao; reserve com antecedência na alta temporada.
No lado brasileiro, o ingresso do Parque Nacional do Iguacu inclui o ônibus interno que leva do centro de visitantes ao inicio da trilha das Cataratas; passeios como o Macuco Safari são pagos a parte. Compre os ingressos online com antecedência, principalmente em feriados e férias, e chegue cedo para pegar menos fila e luz melhor. Para o lado argentino, planeje o tempo de fronteira no roteiro do dia.
Eu divido a escolha por objetivo: para a experiência máxima, eu fico no Belmond Hotel das Cataratas, o único hotel dentro do Parque Nacional, com acesso às quedas antes e depois do horário do público. Para família com resort completo e piscinas termais, eu recomendo o Mabu Thermas Grand Resort ou o Recanto Cataratas Thermas Resort. Se você prefere ficar perto de restaurantes e da vida urbana, o Hotel Tarobá Centro é minha opção prática no coração da cidade.
O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (IGU) fica a cerca de 13 km do centro, na BR-469, a mesma estrada que leva ao Parque Nacional. A forma mais econômica é a linha de ônibus 120 (Parque Nacional), que liga o terminal urbano ao aeroporto e segue até a entrada das Cataratas, com passagem em torno de R$ 5,50. Eu costumo pegar táxi (Coopertaxi, com taxímetro, algo entre R$ 50 e R$ 70) ou Uber (a partir de R$ 33) porque o trajeto até o centro leva só uns 20 minutos de carro. Verificado em junho de 2026.
Não dá para cravar um número fixo porque o preço varia muito por origem, época e programa. Como é um trecho doméstico, eu costumo achar as melhores emissões pela Latam Pass, Azul/Azul Fidelidade e Smiles, especialmente fora de alta temporada. Para ver valores reais e atualizados, confira o painel de preços observados nesta página.
Eu recomendo no mínimo três dias inteiros para fazer o destino com calma. Um dia para o lado brasileiro das Cataratas mais o Parque das Aves (ficam um de frente para o outro), um dia inteiro para o lado argentino, que é maior e mais demorado, e um terceiro dia para Itaipu Binacional, o Marco das Três Fronteiras ou o Macuco Safari. Com só dois dias dá para ver as duas Cataratas, mas fica corrido.
Eu prefiro os meses mais secos, de abril a setembro, quando chove menos, faz menos calor e as trilhas ficam mais agradáveis. O verão (dezembro a fevereiro) traz o maior volume de água nas quedas, mas também calor forte, mais mosquitos e preços altos de resort nas férias. Eu evito viajar logo após chuvas muito intensas, porque a passarela da Garganta do Diabo, no lado argentino, pode fechar quando o rio sobe demais.
São dois parques diferentes, em países diferentes, e eu recomendo reservar um dia para cada. O lado brasileiro tem a vista panorâmica e a famosa passarela em frente à Garganta do Diabo; resolve em meio período (mais o passeio de bote do Macuco Safari, se quiser). O lado argentino é mais extenso, com trilhas e trenzinho que levam quase um dia inteiro, e para cruzar a fronteira você precisa de documento com foto (RG emitido há menos de 10 anos ou passaporte). Verificado em junho de 2026.
Entre os mais bem avaliados pelo MilhasBot em Foz do Iguaçu estão Churrascaria Bufalo Branco (nota 4,4/5), Rafain Churrascaria Show (nota 4,2/5) e Restaurante Zaragoza (nota 4,2/5), todos com avaliação em primeira pessoa de Ricardo Wright.
Entre os endereços avaliados em Foz do Iguaçu, predomina a faixa $$$ (Alto padrão). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.
As cozinhas mais presentes entre as avaliações de Foz do Iguaçu são Churrasco, Espanhola e Árabe.