Deutsches Museum
O maior museu de ciência e tecnologia do mundo, enorme e interativo, com cerca de 125 mil objetos. Dá facilmente meio dia e agrada muito quem viaja com crianças. Vale chegar cedo.
Europa
Melhor época para ir Maio a setembro pelo clima ameno e pelos beer gardens abertos; quem quer a Oktoberfest mira o fim de setembro, e os mercados de Natal animam dezembro (frio rigoroso).
Minha leitura da rota
Munique é hub da Lufthansa, e a executiva do painel vem quase toda do voo dela, emitida por Aeroplan, TAP Miles&Go e Miles & More, com o Miles & More no piso. Na econômica, as observações são TAP via Lisboa saindo do Rio, de Salvador e de Recife. Minha leitura: para a executiva, compare Aeroplan e TAP Miles&Go na mesma data, porque a tabela do Aeroplan para a Europa costuma vencer; para a econômica, a TAP resolve bem saindo do Nordeste. A pegadinha é a taxa de combustível da Lufthansa, que varia conforme o programa emissor.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, por origem, cabine e programa (o programa indica o caminho). Confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Econômica Premium | 45.000 | LifeMilesver no explorador |
| GRU São Paulo | Executiva | 65.146 | Miles & Morever no explorador |
| GRU São Paulo | Executiva | 80.000 | Aeroplanver no explorador |
| GIG Rio de Janeiro | Econômica | 53.000 | TAP Miles&Gover no explorador |
| SSA Salvador | Econômica | 53.000 | TAP Miles&Gover no explorador |
| REC Recife | Econômica | 53.000 | TAP Miles&Gover no explorador |
Dado pontual = visto 1 vez; Nx observado = piso recorrente; ≈ R$ = valor de referência das milhas. Referência, não garantia. Como verificamos · explorador · calculadora.
Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →
A opção mais cara é o plano B: programas diferentes liberam datas diferentes.
Veja todas as rotas no explorador de passagens e calcule se vale a pena na calculadora de milhas.
A IA pode cometer erros. Confirme valores, datas e regras no conteúdo editorial verificado abaixo.
Munique é a Alemanha que eu mais gosto de recomendar para quem vai à Europa pela primeira vez: ordeira mas calorosa, rica mas sem afetação, e com uma vida ao ar livre que poucas capitais do continente têm. Em um único dia dá para tomar café numa praça medieval na Marienplatz, ver pranchistas surfando a onda do Eisbach dentro do Englischer Garten e fechar a noite numa cervejaria centenária com caneca de um litro na mão. É uma cidade que se atravessa a pé e de metrô, com uma das melhores redes de transporte público que conheço.
Para o viajante brasileiro de milhas, Munique tem uma vantagem concreta: é hub da Lufthansa e da Star Alliance, o que abre caminho para emissões em programas como Miles & More, Smiles, LATAM Pass e Azul Fidelidade (via parceiros), em geral com conexão na Europa. E a posição é estratégica: daqui saem os bate-voltas mais bonitos da Baviera, do conto de fadas de Neuschwanstein aos Alpes a menos de duas horas de carro ou trem.
Neste guia eu organizo o que realmente vale em Munique: onde recomendo ficar, comer e o que fazer, mais o transfer do aeroporto, os documentos atualizados para brasileiros e a verdade sobre a Oktoberfest. Tudo verificado e em primeira pessoa, do jeito que eu mesmo planejaria a viagem.
Nenhum resultado com esses filtros.
O maior museu de ciência e tecnologia do mundo, enorme e interativo, com cerca de 125 mil objetos. Dá facilmente meio dia e agrada muito quem viaja com crianças. Vale chegar cedo.
A vitrine futurista da BMW: a Welt é gratuita e mostra os modelos atuais, o Museum (pago) conta a história da marca. Combina bem com uma volta pelo Olympiapark.
Palácio barroco de verão dos reis da Baviera, com um parque imenso e gratuito que rende um ótimo passeio a pé. Destaque para a Galeria das Belezas.
O castelo de conto de fadas que inspirou a Disney, a cerca de 2h de Munique. Visita só com tour guiado e horário marcado: compre o ingresso antecipado no site oficial.
O mercado gastronômico ao ar livre no centro, ótimo para um almoço informal entre queijos, embutidos e pães, com beer garden próprio. Sempre passo para sentir o ritmo da cidade.
A praça central e o coração histórico de Munique, com o Novo Edifício da Câmara e seu carrilhão. A poucos passos, a Frauenkirche, cujo mirante rende a melhor vista do centro.
Um dos maiores parques urbanos do mundo, maior que o Central Park. Recomendo subir ao Monopteros pela vista, ver os surfistas do Eisbach e fechar a tarde num beer garden.
Hotel-design em prédio de 1869 em frente à estação central, em cima do transporte para o aeroporto e os bate-voltas.
Opção da rede Meliá a poucos minutos a pé da estação central, boa para quem soma Meliá Rewards e chega de trem.
A cervejaria mais famosa de Munique, com salão histórico e banda típica desde 1589, turística e lotada, mas a caneca de um litro com pretzel faz parte do roteiro; reserve no horário de pico.
Para um clima mais local que o Hofbräuhaus, eu recomendo este clássico beer garden sob castanheiras perto da estação central, com cozinha bávara honesta e farta, ótimo no verão.
Eu vou do aeroporto ao centro de trem: as linhas S-Bahn S1 e S8 ligam o MUC à Hauptbahnhof e à Marienplatz em cerca de 40 minutos, com saídas a cada 10 minutos. A passagem simples custa € 11,60 (por volta de R$ 70), bem mais em conta que táxi.
Eu pego a S1 ou S8 do MUC direto para a Hauptbahnhof e a Marienplatz, em torno de 40 minutos. Se for usar transporte no mesmo dia, o Airport-City-Day-Ticket costuma compensar a ida e volta.
O transporte é integrado pelo MVV e a fiscalização é por amostragem, com multa salgada para quem não valida. Para passear, passes diários e de grupo saem mais baratos que bilhetes avulsos.
A visita ao castelo é só guiada e por horário marcado, e esgota. Garanta o ingresso no site oficial de bilhetes (hohenschwangau.de) antes de viajar, não no portão.
Eu recomendo ficar entre a Hauptbahnhof e a Marienplatz: você anda a pé pelo centro e fica em cima do transporte para o aeroporto e para os bate-voltas pela Baviera.
Em 2026 a festa vai de 19/9 a 4/10. Reserve hotel com meses de antecedência e, para mesa nas tendas grandes no horário nobre, faça reserva antecipada. Fora da Oktoberfest, a cidade fica mais barata.
No inverno, muitos hotéis na Europa só ligam o aquecimento e desligam o ar-condicionado. Se você sente calor com aquecedor, confirme com o hotel se há controle no quarto antes de reservar.
Eu costumo ativar um eSIM com pacote Europa antes de embarcar, assim já saio do avião com internet para mapas e bilhetes. Pacotes regionais funcionam bem na Alemanha e cobrem os bate-voltas pela Baviera.
Como Munique é hub da Lufthansa e da Star Alliance, dá para emitir em programas como Miles & More, Smiles, LATAM Pass e Azul Fidelidade (via parceiros), quase sempre com conexão na Europa. Na econômica, a faixa típica fica em torno de 35k–60k milhas por trecho; na executiva, de 63k a 95k por trecho, dependendo do programa, da disponibilidade e do hub (Frankfurt, Lisboa, Istambul). Os valores variam muito e há precificação dinâmica nos voos da própria Lufthansa, então confirme na busca de cada programa antes de emitir.
A Oktoberfest acontece, apesar do nome, do fim de setembro ao começo de outubro, no parque Theresienwiese. Em 2026 vai de 19 de setembro a 4 de outubro. Vale muito a pena pela experiência, mas exige planejamento: hotéis disparam de preço e esgotam, e as tendas grandes pedem reserva antecipada para mesas no horário nobre. Se você não faz questão da festa, eu prefiro Munique fora dela, mais barata e tranquila, com os beer gardens abertos no verão.
Para a cidade em si, três dias dão conta do essencial: centro histórico e Marienplatz, Englischer Garten, um museu (Deutsches Museum ou BMW Welt/Museum) e uma cervejaria tradicional. Se você quer usar Munique como base para Neuschwanstein e os Alpes, reserve dois ou três dias a mais para os bate-voltas. Cinco a seis dias é um ótimo equilíbrio entre cidade e Baviera.
Excelente. O castelo de Neuschwanstein fica a cerca de 2 horas de carro ou de trem mais ônibus; os ingressos são por horário marcado e a visita é apenas guiada, então compre antecipado no site oficial (hohenschwangau.de). Os Alpes da Baviera, como Garmisch-Partenkirchen e o Zugspitze (montanha mais alta da Alemanha), também ficam a cerca de 1h30–2h. Salzburg, na Áustria, é outro bate-volta clássico de trem.
Eu recomendo se hospedar entre a Hauptbahnhof e a Marienplatz: você fica a pé do centro e em cima do transporte para o aeroporto e para os bate-voltas. A região da estação central é a mais prática para quem usa trem; o entorno da Marienplatz e o bairro Altstadt-Lehel são mais charmosos. Bairros como Schwabing e Maxvorstadt agradam quem quer clima mais local, perto do Englischer Garten.
Dentro da cidade, não. A rede de U-Bahn, S-Bahn, bonde e ônibus cobre tudo e é pontual; ande a pé no centro e de metrô para o resto. Carro só compensa para rodar a Baviera com liberdade, como a Rota Romântica até Füssen ou trechos dos Alpes. Para Neuschwanstein e Salzburg, o trem resolve bem sem precisar dirigir.
O transporte é integrado pelo sistema MVV. Para um único dia com aeroporto incluído, o Airport-City-Day-Ticket costuma valer a pena. Para passear pela cidade, há passes diários e de grupo que saem mais baratos que bilhetes avulsos. Compre pelos totens nas estações ou pelo app oficial; valide sempre antes de embarcar, porque a fiscalização é por amostragem e a multa é alta.
Passaporte com pelo menos 6 meses de validade após o retorno, seguro viagem com cobertura mínima de € 30 mil, comprovantes de hospedagem, passagem de volta e meios financeiros. O turismo é isento de visto por até 90 dias a cada 180. A partir do fim de 2026 será exigida a autorização ETIAS (cerca de € 20), e o sistema EES já registra biometria na entrada. Confirme as regras vigentes perto da viagem, pois mudam.
Entre os endereços avaliados em Munique, predomina a faixa $$ (Intermediário). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.
Entre as atrações e passeios que recomendo em Munique estão Deutsches Museum, BMW Welt e BMW Museum, Schloss Nymphenburg e Schloss Neuschwanstein (bate-volta).
Por lei, não: brasileiro é isento de visto Schengen para turismo de até 90 dias. Mas é fortemente recomendado, e a fronteira pode pedir comprovação de cobertura médica. A partir do fim de 2026 será preciso o ETIAS (autorização eletrônica), que não exige seguro. Veja o guia de seguro viagem.