Fairmont San Francisco
9,2 /10Marco Beaux-Arts de 1907 no topo de Nob Hill, com a tiki bar Tonga Room dos anos 1940; pontua no Accor ALL.
América do Norte
Na chegada: as salas VIP de SFO — e qual é a melhor →
Melhor época para ir Set–Out (melhor clima); evite o frio e a neblina do verão
Minha leitura da rota
San Francisco é a costa oeste, e o painel é honesto sobre a dificuldade: a única observação da econômica, pelo Azul pelo Mundo via Copa, é cara, e as executivas pelo AAdvantage são de 2024. Minha leitura: para a Califórnia, emita até Miami, Dallas ou Nova York pelo programa em que você rende mais, e complete com tarifa doméstica americana, que costuma ser barata; ou use o AAdvantage, que inclui a conexão na mesma emissão. A pegadinha é o preço dinâmico da American, que muda por data, e o visto americano obrigatório.
Pisos de pontos por trecho, saindo do Brasil, por origem, cabine e programa (o programa indica o caminho). Confirme no programa antes de transferir.
| De | Cabine | A partir de | Programa |
|---|---|---|---|
| GRU São Paulo | Econômica | 101.560 | Azul pelo Mundover no explorador |
| GRU São Paulo | Executiva | 53.500 | AAdvantagever no explorador |
Rotas e conexões: Via EUA · United/Avios Direto sazonal · United (GRU–SFO) Via Doha · Qatar/Avios Doméstico EUA · carro ou BART
Dado pontual = visto 1 vez; Nx observado = piso recorrente; ≈ R$ = valor de referência das milhas. Referência, não garantia. Como verificamos · explorador · calculadora.
Preços reais observados pela nossa curadoria e pela comunidade, saindo do Brasil. Mudam e expiram, confirme no programa antes de emitir. Como verificamos →
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San Francisco é compacta e cheia de caráter: em poucos dias você pedala pela Golden Gate, se perde em Chinatown e no Haight-Ashbury e ainda chega ao Pacífico pelo maior parque urbano da cidade. Neste guia eu reúno o que fazer e onde comer, com a logística para brasileiros.
A cidade combina bem com bate-voltas de carro: as vinícolas de Napa e Sonoma a cerca de 1h30, as sequoias de Muir Woods e a charmosa Sausalito, do outro lado da ponte. Eu recomendo reservar um ou dois dias para esses passeios fora do centro.
Marco Beaux-Arts de 1907 no topo de Nob Hill, com a tiki bar Tonga Room dos anos 1940; pontua no Accor ALL.
Quase 150 anos a poucos quarteirões da Union Square; o Garden Court sob cúpula de vitral de 1909 é um dos interiores mais bonitos abertos ao público. Marriott Bonvoy.
Luxo biofílico e sustentável (madeira recuperada, LEED Gold) na orla do Embarcadero, com quartos de frente para o Ferry Building; sem pontos transferíveis, melhor pago em dinheiro.
As atrações aparecem pela avaliação editorial. Use os filtros para ajustar a seleção ao seu roteiro.
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Maior nota da seleção
A ponte símbolo da cidade; vale atravessar de bike e voltar de balsa de Sausalito, mas venta muito, leve casaco.
O maior parque urbano da cidade, do centro ao Pacífico; concentra museus e dá para alugar bike até o oceano.
Floresta de sequoias gigantes a 30-40 min da cidade; reserve estacionamento ou transporte com antecedência.
Museu de ciências naturais no parque, com aquário, planetário e esqueleto de T-rex; rende boa parte de um dia.
As vinícolas a cerca de 1h30 de carro: bate-volta clássico para degustações no campo californiano.
Mercado gastronômico à beira da baía, com bancas de produtores e cafés: boa pedida para almoçar ou provar produtos locais.
Museu de arte no Golden Gate Park, com acervo amplo e torre com vista da cidade: boa parada cultural na volta pelo parque.
Cidadezinha à beira da baía, do outro lado da Golden Gate; combina com a travessia de bike e a volta de balsa.
Parque na encosta da Mission, ponto de encontro em dia de sol, com vista para o centro; bom para uma pausa relaxada.
As casas vitorianas coloridas vistas de Alamo Square, com a silhueta do centro ao fundo: cartão-postal clássico.
Orla turística com leões-marinhos no Pier 39, passeios de barco rodeando Alcatraz e o clássico clam chowder.
A rua mais sinuosa da cidade, em zigue-zague ladeira abaixo: parada rápida e fotogênica.
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Restaurante chinês de Chinatown que recomendo deixar o garçom escolher os pratos; conta entre os melhores da cidade, mas costuma ter fila.
Cozinha de produtos locais em forno a lenha no bairro que batiza a casa; vale reservar com antecedência.
Pizza deep dish estilo Chicago com ingredientes frescos, boa pedida para um jantar informal.
Comida e cervejas alemãs em mesas comunitárias de Hayes Valley, com ambiente animado e porções generosas.
Salsichas artesanais numa casa pequena e despojada de Lower Haight, ótima opção para o fim da noite.
Em SFO, o BART é o vencedor claro: ~US$ 10,30 (~R$ 53) e ~30 min direto às estações do centro (Powell, Montgomery, Embarcadero). A estação fica no Terminal Internacional, ligada aos demais pelo AirTrain. Uber/Lyft custa mais e pega trânsito; só vale com muita bagagem ou em grupo.
Os EUA exigem visto B1/B2 de turismo para brasileiros. Agende com antecedência.
Em milhas, via EUA: econômica a partir de cerca de 60 mil por trecho, executiva a partir de cerca de 120 mil.
A neblina (o Karl) esfria a cidade mesmo no verão; leve casaco. Melhor época: setembro-outubro.
Atravesse a Golden Gate de bike até Sausalito e volte de balsa: um dos melhores programas da cidade.
Confirme se a casa segue aberta e reserve com antecedência; vários restaurantes pedem reserva.
Eu prefiro Hayes Valley e o entorno de Alamo Square: central, andável, com bons restaurantes e perto das Painted Ladies (Alamo Square). Para quem viaja pela primeira vez, Nob Hill e Union Square concentram hotéis e ficam bem servidos de transporte. Eu evito hospedar no Tenderloin (mais degradado) e gosto da Marina/North Beach se a prioridade for caminhar até pontos como a Lombard Street.
Eu pego o BART direto do aeroporto: leva cerca de 30 minutos até as estações do centro (Embarcadero, Montgomery, Powell e Civic Center) e custa por volta de US$11,15 por trecho, pagando com cartão por aproximação no portão. A estação fica no International Terminal, alcançável de qualquer terminal pelo AirTrain gratuito (linha vermelha). Uber, Lyft e táxi são opções, mas saem bem mais caros e pegam trânsito na entrada da cidade. Verificado em junho de 2026.
Não dá para cravar um número: o custo varia muito por origem, época e programa. Para os EUA, eu costumo achar boas saídas via Smiles e AAdvantage, além de parceiros Star Alliance pela United. Veja o painel de preços observados nesta página para a faixa real por origem antes de decidir emitir.
Eu recomendo de 3 a 4 dias só para a cidade, o suficiente para os bairros, Dolores Park, o Ferry Building e uma volta de cable car sem correria. Se quiser incluir bate-voltas como Muir Woods e Napa e Sonoma, eu reservo de 5 a 6 dias no total.
Eu prefiro o fim do verão e o começo do outono, de setembro a outubro, quando há menos da famosa neblina (o Karl) e os dias ficam mais ensolarados e quentes. O verão (junho a agosto) é alta de turismo, mas costuma ser cinza e frio à tarde por causa do nevoeiro. Em qualquer época eu levo casaco: a cidade esfria muito quando o sol cai, mesmo no verão.
Dentro da cidade eu não alugo: estacionamento é caro e difícil, e BART, Muni e cable car resolvem quase tudo a pé ou de transporte. Eu só pego carro para os passeios fora, como Napa e Sonoma e a costa, e mesmo assim dá para fazer Muir Woods por tour ou ônibus se preferir não dirigir. Se alugar, devolva o carro antes de explorar o centro para não pagar diária parada.
Entre os mais bem avaliados pelo MilhasBot em San Francisco estão Nopa (nota 4,4/5), House of Nanking (nota 4,3/5) e Little Star Pizza (nota 4,1/5), todos com avaliação em primeira pessoa de Ricardo Wright.
Entre os endereços avaliados em San Francisco, predomina a faixa $$ (Intermediário). As faixas variam conforme o tipo de casa, de botecos a restaurantes de degustação.
As cozinhas mais presentes entre as avaliações de San Francisco são Contemporânea, Chinesa e Pizzaria.
Entre as atrações e passeios que recomendo em San Francisco estão Golden Gate Bridge, Muir Woods, Golden Gate Park e Alcatraz.
Sim. Os Estados Unidos exigem visto de turismo (B1/B2) para brasileiros; o ESTA/Visa Waiver não vale para o passaporte brasileiro. O visto costuma valer cerca de 10 anos, mas a fila de entrevista no consulado pode levar meses: planeje com bastante antecedência. O passo a passo (formulário DS-160, taxa e entrevista) está em documentos para viajar.