The Palazzo
10 /10O Palazzo é todo de suítes: fiquei numa de cerca de 67 m², com sala rebaixada, mesa de jantar e um banheiro de mármore com banheira romana e box separado. Para mim, o melhor espaço por diária da Strip.
América do Norte
Melhor época para ir Mar–Mai e Set–Nov (ameno); o verão passa de 40°C
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Las Vegas é aquele destino que parece caro, mas rende muito com milhas, e, ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso gastar fortuna em cassino para aproveitar. A cidade no meio do deserto de Nevada virou um parque de diversões adulto: a Strip concentra cassinos-hotéis temáticos (de uma Veneza com gôndolas a uma pirâmide do Egito), shows de classe mundial e restaurantes de chefs estrelados, e boa parte do melhor é de graça, como as Fontes do Bellagio, o conservatório botânico e a própria Strip iluminada à noite.
Para o brasileiro, o pulo do gato é a emissão: não existe voo direto Brasil–Las Vegas, mas dá para chegar com milhas via parceiros, conectando em um hub americano (Miami, Houston, Dallas ou Los Angeles). E Las Vegas é a base perfeita para o Grand Canyon, a uma bate-volta de carro. Abaixo, o que fazer, onde ficar e os hacks que economizam de verdade.
O Palazzo é todo de suítes: fiquei numa de cerca de 67 m², com sala rebaixada, mesa de jantar e um banheiro de mármore com banheira romana e box separado. Para mim, o melhor espaço por diária da Strip.
O clássico elegante da Strip: as fontes na porta, o conservatório botânico e quartos refinados. Referência de luxo que vale a diária em Las Vegas.
O império romano da Strip: cassino imenso, o Colosseum (shows de grandes nomes), as piscinas Garden of the Gods e o Forum Shops.
Fiquei no Park MGM e ele virou minha base preferida na Strip: quarto silencioso e moderno, o Eataly no térreo e a T-Mobile Arena a uma caminhada pelo distrito The Park.
Os famosos xiao long bao do Din Tai Fung ficam no Aria, um resort ao norte do Park MGM. Massa fininha, caldo quente por dentro e, para mim, um dos melhores pratos da Strip por um preço que não assusta.
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Maior nota da seleção
O cânion mais famoso do planeta, de bate-volta de Las Vegas (West Rim a ~2h30 de carro). Excursões de um dia saem da Strip — o passeio que sozinho justifica a viagem.
O show de água, luz e música em frente ao Bellagio, gratuito, a cada 15 a 30 minutos ao cair da tarde. Um dos melhores espetáculos grátis do mundo.
A avenida-espetáculo: ~6 km de cassinos temáticos, luzes e shows. Caminhar a Strip à noite, de graça, é o programa que define Las Vegas.
A esfera de LED gigante (a maior do mundo) com shows imersivos; vista por fora à noite já vira atração à parte da Strip.
Deserto vermelho com trilhas e a Scenic Drive a 30 minutos da Strip: a Las Vegas natural, ideal de manhã antes do calor.
A Las Vegas antiga (downtown): o canopy de LED, tirolesa por cima da rua e cassinos clássicos — mais barata e nostálgica que a Strip.
Antes de fechar as datas da viagem, olhe a agenda da T-Mobile Arena: shows grandes, UFC e os jogos do Vegas Golden Knights, tudo a uma caminhada do Park MGM pelo distrito The Park.
Não dá para cravar um número fixo, porque o preço varia por origem, época e disponibilidade de assento. Como referência: pela AAdvantage (American Airlines), a econômica de São Paulo sai a partir de cerca de 16 mil milhas por trecho, e a executiva costuma ficar entre 57 mil (tabela fixa dos parceiros) e 110 mil milhas por trecho, dependendo da rota exata e da conexão. Confirme sempre o valor no momento da busca, porque preço em milhas muda com frequência.
Não. Não existe voo direto Brasil–Las Vegas em nenhuma companhia. Para chegar com milhas, o caminho é via parceiro: American Airlines/AAdvantage costuma conectar em Dallas ou Miami, e United/Star Alliance conecta em Houston ou Los Angeles. A escolha da conexão muda o tempo total de viagem e vale comparar antes de emitir.
Para a primeira viagem, ficar na própria Strip (o trecho de ~6 km com os cassinos-hotéis temáticos) costuma ser mais prático: dá para ir a pé ou de tram grátis entre boa parte das atrações, shows e restaurantes. Hospedagem fora da Strip pode sair mais barata, mas exige carro ou aplicativo de transporte para tudo, o que soma custo e tempo.
Sim, é o passeio mais citado por quem já foi à cidade. A borda sul (South Rim), a mais visitada, fica a cerca de 4h30 a 5h de carro da Strip, o que costuma exigir sair de madrugada para um bate-volta no mesmo dia. Já a borda oeste (West Rim, com a Skywalk) é bem mais perto, cerca de 2h a 2h30 de carro, e é a opção mais comum para quem tem só um dia disponível. Passeios organizados saem da própria Strip para as duas opções, se você preferir não dirigir.
Para ficar só na Strip, não é necessário: a região é caminhável, tem trams gratuitos entre os cassinos e taxi/aplicativo resolve o resto. Já para o Grand Canyon por conta própria (principalmente a borda sul), carro alugado é o jeito mais flexível; se preferir não dirigir, dá para contratar um passeio organizado saindo da própria cidade.
Primavera (março a maio) e outono (setembro a novembro) são os períodos mais amenos, com temperaturas mais confortáveis para caminhar pela Strip e fazer o bate-volta ao Grand Canyon. O verão (junho a agosto) costuma passar dos 40°C durante o dia, o que pesa bastante em qualquer passeio ao ar livre.
Sim. Os Estados Unidos exigem visto de turismo (B1/B2) para brasileiros — não basta autorização eletrônica. Planeje com antecedência pela fila de agendamento. Veja documentos para viajar.